quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Vendas no varejo do país sobem

Marketing & Varejo

Comércio brasileiro conseguiu fechar, em 2008, com saldo positivo de 9,1%. Leia mais detalhes sobre os resultados do setor.

O comércio brasileiro conseguiu reduzir em dezembro o ritmo de queda das vendas e fechou 2008 com saldo positivo, graças ao forte desempenho do setor no início do ano passado, mostraram dados divulgados na última terça-feira (17/02).

As vendas do varejo em dezembro ficaram 0,3 por cento abaixo do que o verificado em novembro. Apesar de marcar a terceira queda mensal consecutiva, o recuo foi menor do que o estimado por economistas consultados pela Reuters, que esperavam uma queda de 1 por cento, de acordo com a mediana de 21 projeções. As estimativas variaram de queda de 5,7 por cento a alta de 0,8 por cento.

A receita nominal no período caiu 0,6 por cento, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em comunicado.

Na comparação com dezembro de 2007, o desempenho do setor foi positivo. As vendas cresceram 3,9 por cento, enquanto a receita registrou um avanço de 9,6 por cento.

O resultado das vendas neste tipo de comparação também ficou melhor do que o esperado por analistas, que projetavam um avanço de 3,2 por cento, de acordo com a mediana de 24 estimativas, que variaram de queda de 0,1 por cento a alta de 5,6 por cento.

Em 2008, como um todo, as vendas do setor cresceram 9,1 por cento, abaixo dos 9,7 por cento de alta apurados em 2007, enquanto as receitas nominais avançaram 15,1 por cento.

"O segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou expansão de 5,5 por cento no volume de vendas em 2008, em relação ao ano anterior, resultado que levou a responder por 29 por cento da taxa anual do varejo", afirmou o IBGE.

Por Rodrigo Viga Gaier e Renato Andrade
Fonte: Reuters

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Convenção de Franchise nos Estados Unidos

Por Marcus Rizzo*, dos Estados Unidos

Começou no domingo (15/02/09) a 49° Convenção da Associação Internacional de Franchise, em San Diego, nos Estados Unidos. Apesar da crise, 2.630 participantes de organizações franqueadoras de vários países estão presentes.

E a crise! Não se fala de outra coisa no evento, apesar do otimismo do presidente Bill Clinton que, falando aos participantes, criticou as ações do governo Bush e exaltou sua predileção por franquias que combina empreendedorismo com expansão profissional.

E por falar em crise, a IFA (International Franchise Association) acaba de divulgar os dados do mercado de franchising nos Estados Unidos. Em 2008, o setor cresceu apenas 2,1%. As previsões para 2009 apontam para uma queda de 1,2% e quase 10.000 negócios devem fechar as portas. A IFA prevê ainda que, apesar do crescimento na geração de empregos em 2,1% no ano de 2008, em 2009 haverá uma perda estimada em 207.000 empregos no mercado americano e redução no faturamento de 0,5%, o que significa menos US$ 4,2 bilhões.

Já no Brasil as coisas continuam indo muito bem, apesar da crise. O setor de franquias em 2008 cresceu 11,4% e, em 2009, a previsão é que deverá crescer mais 10,5%. Os empregos gerados pelas franquias cresceram 10,3% e as receitas cresceram 5,5%, alcançando a marca dos R$ 252,3 bilhões.

Empresas e Negocios/Empresas e Negocios

* Marcus Rizzo é consultor especializado em franquias

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Setor de franquias deve desacelerar em 2009

*Por Marcus Rizzo, dos Estados Unidos

Empresas e Negocios/Empresas e NegociosPelo menos 10 mil estabelecimentos franqueados devem fechar as portas em 2009, de acordo com previsões feitas pela Associação Internacional de Franchise (IFA). Caso as estimativas se concretizem, mais de 200 mil pessoas correm o risco de perder seus empregos ao longo do ano.

Nos Estados Unidos, o mercado de franquias começa a apresentar diminuição na média de novas franquias que são anualmente lançadas no mercado. Em 2007, surgiram 149 novos franqueadores e 158 em 2008. Entretanto, entre 2003 e 2006, a média de novas franquias ficou em torno de 261, enquanto entre 2003 e 2008 foi de 225.

Apesar das previsões pessimistas nos EUA, no Brasil, depois de uma forte retração ocorrida no início do milênio, as perspectivas para o setor são boas. O mercado brasileiro cresceu 5% em 2005, 8,5% em 2006 e 20,1% em 2007. No ano passado foram lançadas 181 novas marcas e o ramo de novas franquias cresceu 11,9%, em relação ao ano anterior.

Entretanto, quando comparada mercado americano, a produtividade brasileira ainda é muito pequena e ainda tem muito para crescer. Nos Eua, cada franqueador possui, em média, uma rede com 512 franquias, enquanto no Brasil a média é de apenas 88 franquias.

* Marcus Rizzo é consultor especializado em franquias

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

COM CRISE OU SEM CRISE, FRANQUIAS CONTINUAM CRESCENDO

Trecho de matéria de autoria de Claudia Facchini e Lílian Cunha, publicada no jornal Valor de 10/02/09:

A forte expansão e consolidação dos shoppings nos últimos três anos também coincidiu com o processo de profissionalização das franquias, o que levou ao melhor resultado das lojas-satélites nos empreendimentos. Segundo Veiga, 24 shoppings devem ser inaugurados no Brasil em 2009, um número recorde e bem maior que o registrado em 2008, quando foram abertos 13 centros comerciais. A área bruta locável (ABL), espaço disponível para lojas, vai aumentar 8% neste ano nos shoppings, que vão ampliar a oferta em 661 mil metros quadrados.

Com tanta oferta, as franquias terão terreno de sobra para continuar se expandindo. "Há quatro anos, o setor cresce a taxas de dois dígitos", diz Bomeny, que preside a Associação Brasileira de Franchising (ABF). No quarto trimestre, segundo a entidade, as vendas aumentaram 21,5% sobre igual período de 2007 e as perspectivas são que o setor ainda cresça 19,4% neste primeiro trimestre.

Colaboração: Marcelo Cherto.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

O fim dos esquilos cegos

Por Marcelo Cherto

Em períodos de abundância, como o que atravessamos nos últimos anos, até um esquilo cego encontra uma noz aqui, outra ali, e assim vai vivendo.

Traduzindo: com grana sobrando no mercado, qualquer um vende qualquer coisa... mesmo que trabalhe mal.

Em tempos de vacas magras, como os que se anunciam, vai vender e crescer quem realmente se preparar para isso... inclusive contando com os canais certos, estruturados da forma adequada e geridos com o máximo de efetividade.

Daqui para a frente, vai vender qum for profissional. E fizer o que resolve.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Últimas notícias do setor de Franchising 2009.


Do Portal - Só franquias - 11/01/2009 - 12h34m

Setor de franquia mantém crescimento apesar do cenário de crise

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) prevê fechar 2008 com um crescimento em torno de 17% no faturamento do setor em relação ao ano passado, o que deve representar mais de R$ 53 bilhões, mesmo com a crise financeira atual.
“A crise no mercado financeiro favorece o setor, pois os investidores procuram por segurança e a franquia é o tipo de negócio que está sob o controle direto do investidor”, explica Artur Grynbaum, presidente da ABF.
A expectativa para 2009 também é de crescimento, a associação espera uma alta entre 12% e 13% no faturamento.

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Do Portal HSM

Mercado de franquias cresce 17% em 2008


O franchising tem se revelado a melhor solução para quem pretende abrir um negócio próprio mas não tem muita experiência
Nadando contra a corrente, em meio à crise global, o mercado de franquias é um dos que mais cresce no Brasil.
De acordo com dados divulgados recentemente pela Associação Brasileira de Franschising (ABF) o setor, que represente hoje cerca de 1,7% do PIB nacional,  fecha o ano com faturamento 17% maior que o ano passado, em torno dos R$ 53 bilhões. Dentre todos os segmentos, o que mais cresce é o de alimentação, que encerra 2008 com 14% a mais de franquias que o ano passado. O setor ainda é responsável pela criação de cerca de 30 mil novos postos de trabalho por ano e 594 mil empregos diretos.
A economia nacional acolheu de forma muito positiva esta forma de negócios e, em pouco mais de quarenta anos, o Brasil já possui mais de mil redes de franquias - em 2007 houve um aumento de 18,2% em relação à 2006, sendo 90% das redes genuinamente brasileiras. E o país está hoje entre os seis melhores mercados de franchising mundial.
Entre as lojas que mais expandem no ramo, as cafeterias têm os números mais expressivos, com crescimento de 33,91%. Estes números podem ser explicados pelo aumento do consumo de café no Brasil, que ocupa hoje o segundo lugar no ranking de consumo mundial, além de ser o maior produtor e exportador do mundo.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o consumo interno de café teve aumento de 3,43%, representados por 17,45 milhões de sacas em 2007, contra as 16,87 milhões do ano anterior. O consumo per capita no país já passou dos 5,5 quilos ao ano, nível que pode ser comparado a mercados mais desenvolvidos como o alemão, o francês e o italiano. Isso quer dizer que atualmente nove em cada 10 brasileiros com idade acima de 15 anos bebe café, o que faz dele a bebida mais popular do país, à frente dos refrigerantes e até do leite.

Fonte: Visar Planejamento
13/01/2009

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Portanto para quem deseja crescer, o sistema de Franquias ainda é o melhor negócio com riscos minimizados, e se bem administrado tem retorno rápido e com excelente margem de lucro.

Gualber Calado
Professor e Consultor em Franchising no Ceará.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Futebol e Marketing são as bases para o sucesso da Roxos e Doentes

Por Thiago Terra
thiago@mundodomarketing.com.br

A paixão pelo futebol é uma característica do povo brasileiro independente da região. Assim como o grito da torcida no estádio lotado, o futebol inspira executivos a criarem negócios movidos pela paixão. Visando atender exclusivamente o torcedor de futebol, a Roxos e Doentes completa 10 anos em 2009 de envolvimento com o torcedor do esporte mais popular do país. Para eles, o esporte é um negócio lucrativo.

Investindo principalmente no ponto-de-venda, a empresa é responsável por 33 lojas oficiais de diversos clubes no Brasil, incluindo as itinerantes que circulam pelas cidades oferecendo produtos originais dos times locais. O posicionamento da empresa é baseado em estratégias que envolvem o torcedor com seus ídolos através de eventos e venda de ingressos.

Para este ano, a Roxos prepara uma comemoração em grande estilo para celebrar uma década de vida levando torcedores para assistir a grandes clássicos do futebol mundial. Para atingir o patamar atual de atuação no Brasil, a companhia mostrou que tem habilidade com a bola nos pés e visão de jogo quando o assunto é Marketing Esportivo.

Futebol, emoção e paixão no DNA
A Roxos e Doentes mostra que está em plena forma para correr atrás de novos negócios que integrem clubes de futebol e torcida através de uma estrutura criada para oferecer emoção. Recentemente a empresa inaugurou a loja oficial do Flamengo no centro do Rio de Janeiro e atingiu um total de 33 operações no Brasil.

De acordo com Eduardo Rosemberg (foto), sócio-diretor da Roxos e Doentes, o principal diferencial das lojas está no DNA da marca. “A empresa foi formada por pessoas apaixonadas por futebol, que é a base para todo planejamento. Há dez anos, o único projeto era o de sermos um espaço dedicado ao torcedor e não apenas uma loja”, explica.

A Roxos iniciou um trabalho de ampliação do portfólio de produtos para sair do padrão de vender apenas camisas. “Percebemos que o negócio poderia ser bom para as franquias, para o clube e para o torcedor, através de produtos de papelaria e decoração além dos uniformes dos clubes”, conta Rosemberg em entrevista ao Mundo do Marketing.

Novas experiências e extensão digital
Todas as lojas da Roxos e Doentes são desenvolvidas sob a atmosfera do esporte e este é um dos pilares do negócio. Através de franquias, a empresa consegue oferecer a mesma experiência para torcedores de diferentes regiões de um mesmo estado. “A Roxos foi a primeira empresa que conseguiu juntar futebol e franquia, duas coisas que só crescem no Brasil. Faltava uma empresa para assumir esse papel”, diz ao site Marcelo Cherto, Presidente do Grupo Cherto, consultoria especializada em franchising e canais de venda.


Ponto-de-venda da Roxos e Doentes no Minas Shopping, Belo Horizonte

Porém, não basta apenas encantar o cliente quando o objetivo é vender produtos e, por isso, o departamento de Marketing trabalha para que toda emoção do torcedor se transforme em vendas. “Fazemos promoção com ingressos para partidas, tarde de autógrafos com jogadores e tudo o que é preciso para fugir da velha plataforma de dar desconto. Ao levar um jogador para a loja o cliente enxerga de forma diferente”, afirma Rebeca Garcia, Gerente de Marketing da Roxos e Doentes.

Seguindo os passos da torcida, a Roxos também investe em e-commerce com o objetivo de alcançar um público ainda maior. “Nossa loja virtual é mais um canal de venda e estamos trabalhando para que ela tenha os mesmos produtos do PDV. O objetivo é atingir outras cidades e estados em que não haja loja”, explica Rebeca ao Mundo do Marketing.

Franquias com o aval de quem conhece
Em seu primeiro ano de atuação, a Roxos e Doentes fechou sua primeira parceria com o Corinthians, reunindo em um espaço os produtos licenciados do clube sob o conceito do futebol. Hoje, a empresa vê uma boa oportunidade de visibilidade para a marca com a contratação do jogador Ronaldo. “Dentro da loja poderemos explorar um pouco mais a imagem dele. Certamente será usada, mas ainda não está definido como”, despista a Gerente de Marketing, Rebeca Garcia.

Para a loja do Flamengo, a Flashop, a expectativa é de que a abrangência seja maior devido à aceitação da marca do clube em diversas regiões do Brasil. “Fizemos um estudo que mostra que o Flamengo tem a maior torcida em 16 estados diferentes. Neste caso é possível trabalhar com franquias em pontos diferentes do país”, avalia Cherto (foto).

De acordo com o Presidente do Grupo Cherto, a melhor saída para os clubes que podem investir em pontos-de-venda exclusivos é entregar o projeto para quem entende do assunto. De acordo com o sócio-diretor da Roxos e Doentes, o investimento neste canal de comunicação e venda faz a diferença. “Queremos que as pessoas sintam vibração e sensações diferenciadas ao entrar nas lojas. Isto é essencial porque o envolvimento é tudo para este público”, completa Edurado Rosemberg.

Mundo do Marketing: Publicado em 8/1/2009

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Parem de falar em crise !!!!

Vi a imagem acima em vários blogs de pessoas que sabem das coisas. E fiquei com a impressão clara de que está todo mundo cheio dessa história de ficar falando em crise e enfiando a cabeça no buraco (deixando o bundão de fora), "a la avestruz".

A saída envolve empreender, inovar, trabalhar. Entra em pânico, choramingar e botar a culpa nos outros não leva a nada !!!

Vamos fazer nossa parte!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Griletto inaugura unidade nesta terça-feira em Rio Preto

Grupo Friedman

O Griletto, rede de restaurantes especializada em grelhados e parmegianas, vai inaugurar nesta terça-feira, 18 de novembro, uma loja no Rio Preto Shopping, tradicional centro de compras de São José do Rio Preto (SP).

Foram gerados 22 empregos diretos e o investimento total aproximado foi de R$ 400 mil.

Empreendedores de Rio Preto e região interessados no negócio podem se tornar franqueados. A loja que será inaugurada é própria, no entanto, poderá ser repassada para algum parceiro. Independente de existir o franqueado o Griletto acredita no potencial da cidade e por isso decidiu bancar o investimento com recursos próprios.

Esta é a 13ª loja própria da empresa fundada em Itu (SP). A meta é chegar a 30 (entre franqueadas e próprias) até o final de 2009. Entre os diferenciais do Griletto estão os preços baixos (pratos a partir de R$ 6,90) e a variedade (cardápio com 50 opções), além da qualidade.

Subway inaugura três lojas no Grande ABC em novembro

Fonte: Diário do Grande ABC - Bárbara Ladeia

Com energias concentradas no Grande ABC, a rede norte-americana de lanchonetes Subway anuncia a inauguração de três novas lojas para o mês de novembro, uma em São Caetano e duas em São Bernardo. Outras seis novas unidades já estão em fase de construção, sendo três em Santo André e mais outras três em São Bernardo.

Toda essa dedicação à região se deve à carência de restaurantes de fast food saudável na região e ao formato do restaurante, onde o cliente cria os próprios sanduíches. "O brasileiro aceita muito bem esse modelo", aponta Jaderson Lima, agente de desenvolvimento do Subway. Até o final deste mês, serão quatro lojas abertas, sendo que a mais antiga delas, localizada à rua Goiás, em São Caetano, representa o maior faturamento do Estado e um dos cinco maiores do país. "A meta é ultrapassar o número de franquias do McDonalds até 2010, que é de 540 lojas", reitera o agente.

O valor total para a abertura de uma franquia do Subway é de aproximadamente R$ 230 mil. No entanto, Lima não pode divulgar em quanto tempo o franqueado consegue reaver a totalidade do investimento.

Farid Riman, proprietário da nova unidade no Shopping São Caetano, está animado com o novo negócio. "O restaurante é muito completo e com uma idéia interessante de alimentação saudável", afirma. No entanto, a escolha do restaurante foi feita por Josmar dos Santos, sogro de Riman, "Nós tínhamos o ponto no shopping e eles nos procuraram.

Analisamos a proposta, entre outras 19 opções, e vimos uma alternativa bastante arrojada no negócio da Subway", explica, "Avaliamos rentabilidade, volume do investimento, pagamento de royalties, entre outros. A empresa tem um plano de expansão muito interessante no Brasil."

O tamanho da rede foi determinante para a escolha do novo negócio. Hoje a Subway conta com mais de 30 mil restaurantes em todo o mundo.