quinta-feira, 20 de maio de 2010

Franquias familiares: é preciso profissionalização

Thais Mayumi Kurita

Grande parte dos sistemas de franquia no Brasil possui uma característica que pode ser considerada muito comum e marcante: a presença de familiares nos principais cargos executivos da empresa franqueadora, capitaneada pelo carisma imbatível de seu idealizador.
Longe de ser considerado um tipo negativo de favorecimento, é até natural que seja assim, já que na maioria das vezes foram essas mesmas pessoas que prestaram o apoio – emocional e financeiro – necessário e no momento certo.

A presença de familiares se mistura com aspectos importantes tais como: laços de confiança e contenção de despesas (com salários). Nesta situação entram esposa (o), filhos, pais, irmãos, entre outros parentes. A justificativa é nobre e dificilmente algum franqueador de sucesso, se pudesse voltar no tempo, faria diferente.

O fato é que esse formato nem sempre dá muito certo, ou pode ser considerado perene. E as razões são as mais diversas: filhos crescem e descobrem que seu talento não é bem aquele, casais se divorciam, ou, na pior das hipóteses, alguns deles acabam “ficando para trás”, prejudicando a corporação de uma forma ou outra.

E todas essas características acabam sendo reforçadas pela personificação da empresa franqueadora na figura de um único ente, o “dono da idéia” – uma pessoa física, sujeita a todos os destemperos naturais do ser humano, mas que fenomenalmente tem grande parte de suas deficiências apaziguadas justamente por ter se tornado um ícone na vida dos franqueados. Isto funciona por determinado prazo.

Mas o mercado é implacável e não tolera erros decorrentes de uma dose, ainda que pequena, de amadorismo. E mais que isso: carisma não é algo que se herda; portanto, preparar a empresa para a ausência do seu idealizador é mais que necessário.

As franquias cujo formato de gestão seja familiar podem estar vivendo os seguintes cenários neste exato momento: o franqueador-idealizador e pessoa física está cansado ou assoberbado de seus afazeres e com filhos ainda incapazes de assumir o negócio; ou está velho e sem sucessores à altura para “tocar o negócio” (aqui os problemas familiares podem suplantar os interesses da empresa).

Eis, então, a necessidade de preparar a rede para algumas possíveis situações como a venda para outra empresa ou a profissionalização nos formatos de gestão. Nas duas hipóteses, se faz necessário um ambiente favorável para se obter êxito; caberá ao franqueador a decisão por rumar neste sentido, lançando mão de algumas importantes e disponíveis ferramentas para alcançar seu objetivo.

Profissionalizar a empresa não significa simplesmente contratar profissionais de mercado para importantes cargos. Profissionalização significa deter absoluto controle de todas as fases pelas quais passa um processo produtivo e/ou decisório. Através desse controle é possível medir o crescimento da empresa e planejar o futuro. Torna-se da cultura da empresa profissionalizada a observação do mercado no qual está inserida e de seus agentes indiretos, aumentando assim a sua competitividade e longevidade.

Mas, como tudo o que promete grandes feitos e resultados, profissionalizar a empresa requer muito cuidado e prévio entendimento do seu significado. É, como dissemos, uma nova cultura que chega, e velhos costumes e vícios devem ser abandonados. Nem sempre dividir e ser transparente é tão simples quanto parece.

A família é, no caso da profissionalização de empresa familiar, o maior entrave e ao mesmo tempo a sua única aliada. Há uma enorme carga de emoção, que nada tem a ver com a produção ou a técnica, razão pela qual é altamente recomendável que esse processo seja conduzido por alguém imparcial. Assim, espera-se poupar as pessoas envolvidas, mantendo o caminho livre de interferências irracionais.

A criação de um Conselho de Administração para estas empresas, ainda que pequenas ou médias, é uma boa alternativa para manter a família no comando. Este mecanismo é importado de grandes empresas, sobretudo as S/As, e junto com ela vêm as normas de conduta, o compromisso pelas decisões tomadas, a transparência e a formalidade, pois igualmente recomendável é que as decisões passem a ser tomadas por escrito.

Outro exemplo é a reorganização dos cargos e funções de cada área, que pode culminar na criação de departamentos técnicos, passando, evidentemente, a um ajuste de salários coerente com aqueles praticados pelo mercado, seguido de uma política de bonificação por resultados obtidos ao final do exercício.

Junto com tudo isso deve haver o planejamento pessoal de cada parte envolvida, seja através da criação de empresas patrimoniais, seja através da elaboração de testamentos, prática pouco utilizada por pequenos e médios empresários.

Fundamentalmente, o que deve ser dito é que esses empresários são seres humanos, falíveis e sujeitos a riscos diários. Se para eles o que importa é a família (e esta é a razão pela qual todos trabalham juntos), seria simplesmente ilógico passar ao largo desta questão sem cuidar do futuro das próximas gerações.

Thais Mayumi Kurita é advogada especializada em franquias do Cerveira, Dornellas e Advogados Associados.

As consequências de um contrato de franquia ineficaz

Patrícia Barreto Gavronski

O contrato de franquia, no modelo atual, surgiu nos Estados Unidos logo após a Segunda Guerra Mundial, quando muitas pessoas procuravam novas atividades econômicas para se reintegrarem ao mercado de trabalho.

Como nos Estados Unidos, no Brasil - e em muitos outros países - o produto franquia teve um crescimento tão significativo que deu origem a um novo formato de negócio, que hoje é almejado por muitos investidores que buscam minimizar riscos através de um sistema já consolidado.

Conforme o art. 2º da Lei 8.955, de 15 de dezembro de 1994, “franquia é o sistema pelo qual o franqueador cede ao franqueado o direito de uso de marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semi-exclusiva de produtos ou serviços e, eventualmente, também ao direito de uso e tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistema operacional desenvolvido ou detido pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem que, no entanto, fique caracterizado vínculo empregatício”.

Contudo, o contrato de franquia tem por objetivo formalizar o vínculo jurídico entre o franqueado e o franqueador e deve, portanto, oferecer as melhores condições para que ambas as partes tenham, de forma equitativa, toda a proteção que um negócio necessita. Sua missão é gerar lucratividade ao franqueado, expandir a rede do franqueador e, principalmente, obter uma parceria sólida que não gere conflitos.

A demanda pelo produto franquia e a vontade do empresariado em maximizar suas atividades, fez com que redes ainda sem a devida estrutura partissem para este segmento, aumentando o insucesso de alguns investidores e, paralelamente, os litígios advindos desta situação.

Por mais que uma empresa seja responsável, sempre haverá o risco, pois uma franquia envolve não só a capacidade do franqueado e do franqueador, mas também variáveis como: o ponto onde será instalada a unidade, a exclusividade territorial, as multas e taxas envolvidas, os produtos comercializados, os permitidos e os proibidos, a flexibilidade do franqueador e sua comunicação com a rede, o tempo de permanência no negócio, a rescisão e os efeitos das cláusulas contratuais convencionadas, entre outras.

Sobre este aspecto, grande parte do sucesso de um negócio está nas preliminares, ou seja, na eficácia de um contrato bem equilibrado. Para tanto, impreterivelmente, há que se fazer uma análise jurídica especializada antes de se firmar qualquer compromisso contratual.

Ao receber a COF – Circular de Oferta de Franquia, por exigência da própria legislação, o franqueado só poderá assinar seu contrato de franquia após 10 (dez) dias e deve utilizar esse período para contratar um advogado e negociar junto à empresa franqueadora tudo aquilo que julgar de direito.

Patricia Barreto Gavronski é sócia do Grupo Machado, especialista em projetos, formatação e expansão de redes de franquia, assessoria jurídica e tributária para franqueadores e franqueados.

Loja grátis", onde cliente leva e não paga, chega a São Paulo

O consumidor entra na loja, analisa, pega o que tem vontade e sai sem pagar pelo produto. Esse novo conceito varejista, que tem como moeda a opinião do consumidor, finalmente chega ao Brasil depois de ser sucesso em países como Japão, Espanha e Estados Unidos.
A primeira loja brasileira desse segmento, a Clube Amostra Grátis, será aberta no próximo dia 11, na Vila Madalena, em São Paulo. No mês seguinte, no dia 29, começa a funcionar, também na capital paulista, nos Jardins, a Sample Central.
A estratégia é a seguinte: indústrias da área de alimentos, bebidas, cosméticos, higiene, vestuário e até de eletroeletrônicos expõem seus produtos que, na maioria, ainda não chegaram às prateleiras do grande varejo. O consumidor leva para casa, experimenta e dá sua opinião. As novidades de eletroeletrônicos, porém, terão de ser "provadas" na loja.
Nas duas lojas, o interessado deverá fazer o cadastro on-line e pagar uma taxa, que será única, de R$ 50, na Clube Amostra Grátis e anual, de R$ 15, na Sample Center.
Depois o associado recebe uma carteirinha que dá acesso livre às próximas visitas e já pode consumir os produtos. Na Sample Central, o cliente terá direito a levar até cinco produtos por visita, que devem ser previamente agendadas. Já na Clube Amostra Grátis, são cinco itens por mês.
Em contrapartida, responderá a um questionário sobre cada produto utilizado, apontando defeitos, qualidades, pontos positivos, prós e contras. Na verdade, é uma pesquisa de mercado para as empresas participantes, e elas pagarão às lojas por essas informações.
"Em vez de investir R$ 60 mil em uma pesquisa de mercado tradicional, o empresário tem um "feedback" dos produtos de uma forma mais barata", diz Luiz Gaeta, sócio da Clube Amostra Grátis.
Num primeiro momento serão expostos cerca de 80 produtos, mas o objetivo é ter nas prateleiras algo entre 160 e 200 itens para a escolha do cliente nos próximos meses, diz ele.
O investimento na loja, na Vila Madalena, será de R$ 2 milhões. A expectativa de faturamento anual é de R$ 3 milhões. Algumas marcas, como Nestlé, Telefônica, Locaweb, Plantronics, Góoc e Grupo Berton (área de cosméticos), aderiram ao Clube Amostra Grátis.
A Sample Central, que investiu R$ 4 milhões no negócio, não revela as marcas que estarão disponíveis. Mas o gerente geral da empresa, o publicitário João Pedro Borges, adianta que haverá 150 produtos diferentes na loja a cada visita do associado, que já são 4.000.
Dentre as opções de maior valor agregado para levar para casa estão calçados, bolsas de praia e adesivos decorativos de parede. Produtos de menor preço, como cremes hidratantes e xampus, além de refrigerantes, massas e sucos, também estão entre as opções.
Mesmo estreando um mês e meio depois no mercado, o gerente da Sample Central diz não temer a concorrência. O estabelecimento será uma franquia da rede internacional que leva o mesmo nome e nasceu em julho de 2007, em Tóquio.
"Optamos por abrir uma franquia para nos beneficiar do know-how de um sistema que já tem aprendizado de três anos. As visitas à nossa loja são agendadas para garantir que os produtos não acabarão, que as pessoas serão bem atendidas e para evitar filas", explicou.
O publicitário explica que o modelo de negócios da loja grátis está associado a uma nova estratégia de marketing: o "tryvertising", expressão resultante da junção das palavras inglesas "try" (experimentar) e "advertising" (propaganda).
Segundo ele, no "tryvertising" a pessoa escolhe o que deseja testar e, exatamente por ter escolhido previamente, a divulgação boca a boca ou nas redes sociais tende a ser muito mais eficiente e positiva. No caso da loja em Tóquio, 76% das pessoas que experimentam o produto se tornam consumidoras efetivas quando esse item chega ao mercado, afirma.
"Somos uma ferramenta de marketing que alavanca as vendas nas redes varejistas. Nós não vendemos nada", define.

Fonte: Folha Online

McDonald's bate novo recorde e fatura mais de R$ 3 bilhões no Brasil em 2009

O McDonald's Brasil, operado pela Arcos Dourados, maior operadora de restaurantes da América Latina e maior franquia do McDonald's no mundo, presente em 19 países, obteve um faturamento de R$ 3,45 bilhões em 2009. O valor é 4,8% superior ao registrado no ano anterior. O crescimento foi de 3% em vendas comparáveis, considerando a mesma quantidade de restaurantes de 2008.
A expansão das operações foi um dos fatores que contribuiu para o incremento. Só no ano passado, a empresa inaugurou 102 pontos de venda no Brasil. Em um ritmo de duas novas unidades por semana, ao todo foram abertos 22 restaurantes, 11 pontos McCafé e 69 quiosques.
Dessa forma, a companhia encerrou 2009 com um total de 1.264 pontos de venda no país, sendo 577 restaurantes, 60 pontos McCafé e 627 quiosques. Tais resultados, frutos de 31 anos de operação, imprimem um ritmo de crescimento médio de 18 novos restaurantes a cada 12 meses.
O período marcou também a chegada do McDonald's Brasil a novas cidades, entre elas Caruaru (PE) e Vitória da Conquista (BA). Porto Velho (RO) também recebeu o primeiro restaurante da rede, que ampliou sua presença nas capitais brasileiras. Com atuação em 143 cidades, a rede atendeu uma média de 1,6 milhão de clientes por dia no país.
Para o presidente do McDonald's Brasil, Marcelo Rabach, a empresa aposta no crescimento do país e tomou decisões importantes, que culminaram no resultado de 2009. "Mesmo em um ano que, por um período, trouxe incertezas ao mercado, mantivemos o ritmo forte de expansão, com campanhas e promoções que intensificaram a fidelidade dos nossos clientes. Não paramos de expandir nossos pontos de vendas, inovar em variedade e investir na capacitação de funcionários para que o atendimento e o serviço sejam, cada vez mais, um diferencial da rede. Demos também uma atenção especial às nossas relações com a sociedade com ações voltadas à sustentabilidade. Para este ano, o ritmo será ainda mais agressivo, com foco na preferência de nossos consumidores e em eventos importantes, como a Copa do Mundo", afirma.
Em uma relação direta com a expansão, 1.500 novas vagas de emprego foram abertas, fazendo com que a rede fechasse o ano de 2009 com 48 mil funcionários entre restaurantes próprios e franqueados e consolidasse sua posição como uma das maiores empregadoras do país.
Foram investidos R$ 40 milhões em treinamento e desenvolvimento dos funcionários. Entre eles, 89% são jovens em sua primeira experiência de trabalho com carteira assinada, assistência médica, reais oportunidades de carreira e crescimento profissional com uma série de programas de incentivo.

Fonte: Varejista

Franquias apresentam novidades na ABF Franchising Expo 2010

A próxima edição da ABF Franchising Expo – maior feira de franchising da América Latina – conta com a participação de nove importantes franquias distribuídas nos setores de Alimentação, Educação e Treinamentos, Cosméticos e Perfumarias e Serviços. Entre os grandes nomes estão Subway, Rei do Mate, Germânia, Vivenda do Camarão, Risotto Mix; Eurodata e Yázigi, Antídoto Cosméticos e SuperSAN. As redes apresentarão números, planos de expansão, lançamentos de produtos e expectativas para 2010.
No ano passado, o segmento de franchising fechou o ano com um faturamento de R$63 bilhões, registrando um crescimento de 14,7% em relação ao ano anterior. A previsão da ABF para esse ano é de crescimento em torno de 16%. Somente para a feira, a expectativa é gerar um volume de negócios de cerca de R$99 milhões e receber aproximadamente 42 mil visitante.
A 19ª edição da ABF acontece entre os dias 09 e 12 de junho, no pavilhão vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.

Fonte: Varejista

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Você sabe quais são as marcas mais valiosas do mundo?

Veja o resultado do ranking Brandz 2010 que identifica o valor financeiro das cem principais marcas mundiais

Redação Administradores.com.br

Toda empresa deseja ser reconhecida por sua atividade, conquistar a confiança de seus clientes, obter lucro e expandir cada vez mais o seu mercado. Algumas corporações conseguem esse resultado e tem a comercialização de seus produtos e notoriedade reconhecidas pelo mundo.

Uma pesquisa anual realizada pela empresa norte-americana Millward Brown divulgou o ranking com as cem empresas que possuem destaque mundial e o maior valor financeiro das suas marcas.

No topo da lista, foi verificada a supremacia do setor de tecnologia. As quatro primeiras posições do ranking são desse segmento. A empresa Google foi eleita a marca mais valiosa do mundo e avaliada em 114,2 bilhões de dólares.

O ranking mostra que a empresa IBM pulou da quarta para a segunda posição, avaliada agora em US$ 86,3 bilhões. Em terceiro está a Apple. A marca da empresa dirigida por Steve Jobs superou a poderosa Microsoft – que aparece em quarto lugar – e foi avaliada em US$ 83,1 bilhões.

O ranking "100 Marcas Mais Valiosas do Mundo" leva em consideração a opinião dos consumidores com relação às marcas e demonstra os seus resultados associando com o valor financeiro. Ao todo, as 100 marcas avaliadas atingem mais de US$ 2 trilhões. Essa é quinta edição do prêmio e pelo quarto ano

consecutivo, a Google é primeiro lugar no ranking.

Brasil e novas marcas

Entre as marcas brasileiras, a Petrobras teve a melhor colocação e ficou na 73ª posição com US$ 9,67 bilhões. A outra marca brasileira na lista é o Bradesco, com US$ 7,4 bilhões, na 98ª posição.

Pela primeira vez, desde que o ranking foi criado, entraram marcas de todos os países membros do Bric (Brasil, Rússia, China e Índia), reforçando a importância dos mercados emergentes.

Entre as mídias sociais, destaque para o gigante Facebook. O mais popular site de relacionamento social do mundo entrou para o ranking do setor de tecnologia pela primeira vez, com um valor de US$ 5,5 bilhões.

Veja abaixo a lista completa com as 100 marcas mais valiosas do mundo


Ranking da 1ª à 50ª marca

Ranking 1

Ranking de 51ª à 100ª marca

Ranking 2

O ranking completo, com detalhes por região e categorias, pode ser acessado no site da Brandz.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

MUNDO VERDE PROMOVE AÇÃO PARA INCENTIVO A DIETA SAUDÁVEL NA INFÂNCIA

Rede distribui folders com informações nutricionais e receitas saborosas, além do gibi Mundinho Verde, com lições de ecologia. Campanha também usa mídias sociais

O Brasil possui 6 milhões de adolescentes obesos e estima-se que o número de crianças acima do peso tenha crescido cinco vezes nos últimos 20 anos, segundo dados do Ministério da Saúde. Entre os principais fatores associados à obesidade infantil estão o sedentarismo e o maior consumo de alimentos ricos em carboidratos refinados e gorduras, provocado pela onda de fast foods no mercado.

Sempre preocupada com a saúde e a qualidade de vida, a rede MUNDO VERDE – especializada em produtos naturais, orgânicos e para bem-estar – lança a campanha “Nutrição com sabor de diversão”, para incentivo à alimentação saudável na infância. O objetivo é aproveitar o mês das crianças para conscientizar mães, crianças e adolescentes sobre a importância de uma dieta equilibrada desde cedo, além de orientá-los com indicações de guloseimas e receitas de lanches saudáveis.

A campanha prevê a distribuição, em 118 lojas Mundo Verde no país (seis delas em Pernambuco), de 120 mil folders, contendo receitas como Suco Mistureba de Frutas e Hambúrguer Natureba e dicas de guloseimas saudáveis que podem ser encontradas nas lojas da rede. A ação também envolve a divulgação do Alô Nutricionista Mundo Verde, um serviço gratuito disponível pelo telefone 0800 0222528 e pelo portal www.mundoverde.com, para tirar as dúvidas das mamães na hora da alimentação dos filhos.

Como parte da campanha, entre os dias 10 e 12 de outubro, as unidades participantes também distribuirão gratuitamente 12 mil exemplares do novo Gibi Mundinho Verde, que traz uma lição de ecologia para a criançada. As ações são comunicadas pelas mídias sociais na web – Orkut, Twitter, Facebook e Flickr –, no Blog, no Portal e na Newsletter Mundo Verde, informativo semanal enviado para mais de 30 mil emails, na maioria de clientes cadastrados pelas lojas e pelo site.

O diretor de Marketing do Mundo Verde, Donato Ramos,  afirma que o principal objetivo da nova campanha é promover a alimentação saudável  entre o público infantil e juvenil. “Nosso intuito é mostrar para as mães que a rede oferece grande variedade de opções de guloseimas saudáveis para crianças de todas as idades, inclusive as que têm restrições alimentares, e assim trabalhar a importância da alimentação saudável na infância, apresentando o Mundo Verde como uma opção de compra também para crianças e adolescentes”, destaca.

Com as ações, a rede pretende aumentar em 30% as vendas de produtos que são atrativos para o público infanto-juvenil, bem como a cesta de produtos dos clientes adultos do Mundo Verde ao comprarem alimentos para seus filhos e netos. “Queremos introduzir a alimentação saudável e a marca Mundo Verde entre jovens consumidores  e fortalecer a marca como referência em alimentação saudável para todas as idades”, explica o diretor Donato Ramos.

OPÇÃO COMPLETA EM GULOSEIMAS SAUDÁVEIS

Ramos lembra que foi a partir da preocupação com os males causados pelas guloseimas que algumas empresas alimentícias buscaram a ajuda de nutricionistas para desenvolver produtos saborosos e ao mesmo tempo nutritivos, evitando assim os dedos engordurados e a consciência pesada depois de consumi-los. Hoje é possível substituir os salgadinhos fritos por biscoitos integrais ou petiscos assados, comer um brownie sem lactose e sem glúten ou uma barra de chocolate sem leite ou açúcar, mas que possui fibras e antioxidantes naturais.

Este mercado em ascensão também é uma alternativa para adultos e crianças que não podiam comer determinados alimentos por sofrer de intolerância a certos componentes, como açúcar, lactose e glúten. “Atualmente, graças à grande diversidade de produtos disponíveis no mercado, é possível uma criança celíaca (intolerante ao glúten) comer um cookie de maçã ou de chocolate. Menos prejudiciais, as guloseimas saudáveis são uma opção, mas seu consumo deve ser moderado”, explica Donato Ramos, diretor de Marketing da rede Mundo Verde.

As lojas Mundo Verde oferecem uma grande variedade de produtos para os consumidores mirins se deliciarem com esses pequenos prazeres e evitarem os problemas típicos do excesso de peso. Confira as dicas para substituir as guloseimas tradicionais por opções bem mais saudáveis, gostosas e saudáveis:

- Cookies Integrais: Além de saborosos, são fontes de energia, fibras, vitaminas e minerais. Ótimos substitutos dos biscoitos tradicionais, que são altamente calóricos, pobres em nutrientes, contêm alto teor de gorduras saturadas e trans, além de serem elaborados com ingredientes refinados.

- Chocolate à base de soja: Adoçados com açúcar orgânico, isentos de colesterol, lactose e glúten. Os chocolates convencionais contêm alto teor de colesterol, açúcares e gorduras saturadas.

- Barras de frutas: Barra totalmente natural feita com frutas e castanhas. Sem corantes, conservantes e açúcar. Rico em fibras.

- Snacks integrais: Ao contrário dos tradicionais, os snacks integrais são assados, ricos em fibras e livres de corantes artificiais.

- Brownie de Soja: Deliciosa opção de sobremesa, com a vantagem de ser rico em fibras, vitaminas e minerais. Sem lactose e glúten.

- Frutas secas: Crocantes, sem adição de açúcar e conservantes, mantendo as características nutricionais, como os teores de vitaminas, minerais e fibras contidos nas frutas.

- Paçoca de soja: Além de saborosa, é nutritiva. Fonte de vitaminas do complexo B e fibras.

- Sucos de frutas orgânicas: Sem adição de conservantes e corantes. Isentos de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Fontes de vitaminas e minerais antioxidantes.

Mais sobre o Mundo Verde

Maior rede de lojas especializadas em produtos naturais e para bem-estar da América Latina, o Mundo Verde oferece conceito em alimentação e não simplesmente alimentos naturais (light, diet, integrais, sem glúten etc.) e orgânicos (livres de agrotóxicos). Os vendedores são treinados para dar informações nutricionais e deixar os consumidores à vontade, em um ambiente que estimula o relaxamento, com música e incensos. A rede também oferece um serviço de orientação nutricional gratuito pelo 0800 0222528. A empresa, que possui 145 lojas em todo o Brasil (seis delas em Pernambuco) e franquia em Portugal, também enfatiza os princípios ecológicos, o comércio justo, o consumo consciente e a responsabilidade social, cultural e ambiental.

Serviço:

MUNDO VERDE EM PERNAMBUCO

RECIFE - CENTRO
Rua do Rangel 215 - São José - Recife/PE
Tel/Fax: (81) 3224-8012
E-mail: recifecentro@mundoverde.com.br

RECIFE - SHOPPING PLAZA

Rua Dr. João Santos Filho, 255 – lj 9 e 10

Tel/Fax: (81) 3267-7369 / 3304-6008

plaza@mundoverde.com.br

RECIFE - SHOPPING RECIFE

Rua Padre Carapuceiro 777 - Lj BV 90 – 2º Piso

Tel/Fax: (81) 3326-0166

shopprecife@mundoverde.com.br

RECIFE - SHOPPING TACARUNA

Av. Agamenon Magalhães 153 - Lj 253 – Piso

Santo Amaro - Recife – PE

Tel: (81) 3223-8371 / Fax: (81) 3421-6542

recife@mundoverde.com.br

PETROLINA - RIVER SHOPPING

Av Monsenhor Angelo Sampaio,100 / Loja 24 - Centro

Tel/Fax: (87) 3861-2797

petrolina@mundoverde.com.br

FERNANDO DE NORONHA

Floresta Nova - BR 363 – Km 8

(81) 3619-0058

fernandodenoronha@mundoverde.com.br

Mundo Verdewww.mundoverde.com

Alô Nutricionista: 0800 0222528 (segunda a sexta, das 13 às 18 horas) /

sábado, 26 de setembro de 2009

Referência na Europa em foto depilação, Não+Pelo® participa da Rio Franchising Business 2009, de 1 a 3 de outubro

Com técnica exclusiva, indolor e preço único de R$ 55 por área do corpo, multinacional apresenta aos cariocas, uma oportunidade diferenciada no setor de estética

face A franquia espanhola Não+Pelo® será uma das atrações da Rio Franchising Business 2009, de 1 a 3 de outubro, a partir das 14 horas, no Riocentro (Av. Salvador Allende, 6.555, Barra da Tijuca). Com mais de 460 unidades na Europa, a Não+Pelo® apresentará aos empreendedores cariocas, um conceito inovador de foto depilação, que utiliza a moderna técnica de luz pulsada intensa (IPL), a preço único de R$ 55, por área do corpo.

Os investidores que pretendem adotar a franchising como forma de expansão terão a oportunidade de conhecer a franquia, que oferece investimento diferenciado, de rápido retorno e fácil operacionalização. Durante a feira, os interessados poderão obter todas as informações necessárias desta multinacional, que já opera em Portugal, Bulgária e Brasil.

A foto depilação por luz pulsada intensa oferece resultados semelhantes ao da depilação a laser, mas com preço muito mais acessível - cerca de 1/3 do valor do mercado. Além disso, se torna uma excelente opção para quem utiliza métodos convencionais como, por exemplo, a cera, já que a técnica é indolor e tem maior durabilidade - cerca de 6 a 8 sessões para erradicar o pêlo.

De forma indolor e com preço único para homens e mulheres, a foto depilação já pode ser encontrada no Brasil, em duas unidades localizadas em São Paulo. Além da técnica exclusiva, as franquias – que já estão em funcionamento – oferecem tratamentos de foto rejuvenescimento e fototerapia de manchas e de acne.

Investimento na Franquia - Segundo a Associação Brasileira de Franchising, apenas em 2008, o setor de franquias faturou R$ 55 bilhões, e 20% delas estão localizadas no estado carioca. Por este motivo, o Rio de Janeiro acaba sendo um ponto estratégico na ampliação da rede, que utiliza o sistema de franquias e tem a expectativa de abrir em todo o País, 100 unidades no primeiro ano de funcionamento.

Por um investimento inicial de apenas R$ 120 mil, o novo franqueado terá equipamento de foto depilação, acessórios, mobiliário padrão, publicidade institucional, assessoramento e isenção na taxa de franquia. Não é preciso ter experiência em estética para investir no negócio, pois o franqueado recebe todo o treinamento e assessoria necessária para abrir sua loja. O prazo estimado de retorno do investimento é de cerca de 15 meses. A operação de uma unidade básica requer área mínima de 30m² e equipe de duas pessoas.

A inscrição dos interessados é feita pelo site www.naomaispelos.com.br ou e-mail franquias@naomaispelos.com.br.

domingo, 13 de setembro de 2009

Lojas de rua e de shopping exigem Marketing diferenciado

Redes como Mundo Verde e Bon Grillê possuem estratégias diferenciadas para suas lojas de shopping e de rua

Por Guilherme Neto, do Mundo do Marketing | 10/09/2009
guilherme@mundodomarketing.com.br

Os shoppings no Brasil têm passado por um bom momento. Segundo previsões do IBOPE, espera-se crescimento de 6% na atividade do varejo de shopping no ano. Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), as vendas em 2008 subiram 11%.  A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping, por sua vez, acredita que 2009 fechará com 25 novos shoppings abertos. Ainda assim, eles representam cerca de 19% da receita, de acordo com dados da Abrasce. Número muito inferior ao apontado em países como Estados Unidos (70%) e França (40%).

Percebendo essa tendência e oportunidade, muitas empresas têm optado por focar em lojas de shopping, ainda mais em grandes cidades, onde um bom ponto comercial na rua é cada vez mais difícil de encontrar. A Mundo Verde é uma das redes que, ainda que não tenha abandonado as lojas de rua, vem investindo cada vez mais na presença em shoppings. Atualmente com 142 lojas, a rede acredita em uma migração do público para os shoppings, à medida que vão buscando por segurança e conveniência.

“O Brasil está vivendo um forte crescimento em shoppings, já tendo virado uma referência de local e compra para os consumidores. Abrir loja nesses espaços é um risco muito menor e menos trabalhoso”, explica Donato Ramos, Diretor de Marketing da Mundo Verde, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Lojas de rua são um negócio mais arriscado
Isso não significa necessariamente uma restrição às lojas de rua, segundo o executivo da Mundo Verde, mas sim uma maior oferta de bons pontos em shoppings. Fora deles, a rede procura espaços que ofereçam segurança e uma boa vizinhança que atraia uma potencial clientela.

Isso inclui locais com presenças de academia por perto – já que a rede oferece diversos alimentos com posicionamento saudável – ou qualquer comércio que estabeleça uma sinergia com a rede. “Escolher pontos na rua exige um trabalho maior, com uma boa pesquisa para verificar se aquele espaço é bom para o cliente, se é seguro, se tem serviços de estacionamento...”, explica.

Shoppings não permitem uso de corredores próximos às lojas
Mas as lojas de rua não deixam de ter suas vantagens. Há uma liberdade maior para utilizar o espaço exterior próximo ao ponto-de-venda, como calçadas, seja através da entrega de panfletos promovendo o Mundo Verde e seus produtos ou até mesmo ações de degustações. Tudo aliado a uma entrada convidativa que instigue o consumidor a visitá-la.

Em shoppings, são comuns normas administrativas que proíbem ou dificultam o uso dos corredores para ações desse tipo. Por isso, para atrair olhares em meio a grande gama de opções de lojas, a rede utiliza vitrine exclusivamente nesses pontos-de-venda.

Os shoppings, por sua vez, atraem uma clientela diversa que vai em busca de outras marcas ou serviços, mas acaba entrando em contato com o Mundo Verde, aumentando não apenas o conhecimento de marca, mas também as compras por impulso. “Os clientes que vão às lojas de shopping também fazem compras maiores, com maior tíquete médio”, explica o Diretor de Marketing.

Reposicionamento levou em conta a presença em shoppings
Isso explica a estratégia diferenciada de oferta de mix de compras nas lojas de shopping e - mesmo que em parte - o reposicionamento da marca, que passou a destacar alimentos saudáveis e alimentação consciente em suas campanhas, deixando um pouco de lado os produtos de maior apelo impulsivo, como presentes, esotéricos e livros de auto-ajuda.

O Mundo Verde segue expandindo nos dois espaços, prevendo abrir uma loja de rua ainda esse mês em Caxias do Sul e outra no BarraShopping, no Rio de Janeiro. A capital fluminense concentra a maioria das lojas de rua por ser a cidade onde a rede nasceu, há 21 anos, antes do “boom” dos shopping centers.

Bon Grillê vai atrás de público executivo fora dos shoppings
A Bom Grillê é uma rede que tem tomado uma direção contrária. Concentrada em shoppings desde 1994, ano de sua fundação, a rede de fast-food vem recentemente apostando em novos espaços. Isso inclui não apenas as lojas de ruas, abertas pela primeira vez ano passado, mas também em empresas, sempre focando no almoço dos executivos, diferentemente dos shoppings.

“A loja localizada na rua tem um perfil diferente de público em relação às de Shopping, já que, por ser localizada em uma região extremamente comercial, atrai pessoas com perfil executivo, que buscam alta qualidade, alimentação saudável e rapidez em detrimento aos restaurantes self-service”, explica Sérgio Freire, superintendente de Marketing e Novos Negócios da Platinan Franquias.

Ainda assim, as ofertas de produtos não são diferenciadas, mas exigem uma abordagem especializada. As lojas de rua têm mais espaço e ambientação exclusiva, com promoções customizadas para esse público. Atualmente, a rede conta com mais de 50 lojas, apenas duas fora de shopping, ambas localizadas em São Paulo e inauguradas há cerca de um ano. Ainda que focada nos centros de compras, a Bon Grillê não descarta a possibilidade de abrir novas lojas de rua em áreas estritamente comerciais.