quarta-feira, 7 de outubro de 2009

MUNDO VERDE PROMOVE AÇÃO PARA INCENTIVO A DIETA SAUDÁVEL NA INFÂNCIA

Rede distribui folders com informações nutricionais e receitas saborosas, além do gibi Mundinho Verde, com lições de ecologia. Campanha também usa mídias sociais

O Brasil possui 6 milhões de adolescentes obesos e estima-se que o número de crianças acima do peso tenha crescido cinco vezes nos últimos 20 anos, segundo dados do Ministério da Saúde. Entre os principais fatores associados à obesidade infantil estão o sedentarismo e o maior consumo de alimentos ricos em carboidratos refinados e gorduras, provocado pela onda de fast foods no mercado.

Sempre preocupada com a saúde e a qualidade de vida, a rede MUNDO VERDE – especializada em produtos naturais, orgânicos e para bem-estar – lança a campanha “Nutrição com sabor de diversão”, para incentivo à alimentação saudável na infância. O objetivo é aproveitar o mês das crianças para conscientizar mães, crianças e adolescentes sobre a importância de uma dieta equilibrada desde cedo, além de orientá-los com indicações de guloseimas e receitas de lanches saudáveis.

A campanha prevê a distribuição, em 118 lojas Mundo Verde no país (seis delas em Pernambuco), de 120 mil folders, contendo receitas como Suco Mistureba de Frutas e Hambúrguer Natureba e dicas de guloseimas saudáveis que podem ser encontradas nas lojas da rede. A ação também envolve a divulgação do Alô Nutricionista Mundo Verde, um serviço gratuito disponível pelo telefone 0800 0222528 e pelo portal www.mundoverde.com, para tirar as dúvidas das mamães na hora da alimentação dos filhos.

Como parte da campanha, entre os dias 10 e 12 de outubro, as unidades participantes também distribuirão gratuitamente 12 mil exemplares do novo Gibi Mundinho Verde, que traz uma lição de ecologia para a criançada. As ações são comunicadas pelas mídias sociais na web – Orkut, Twitter, Facebook e Flickr –, no Blog, no Portal e na Newsletter Mundo Verde, informativo semanal enviado para mais de 30 mil emails, na maioria de clientes cadastrados pelas lojas e pelo site.

O diretor de Marketing do Mundo Verde, Donato Ramos,  afirma que o principal objetivo da nova campanha é promover a alimentação saudável  entre o público infantil e juvenil. “Nosso intuito é mostrar para as mães que a rede oferece grande variedade de opções de guloseimas saudáveis para crianças de todas as idades, inclusive as que têm restrições alimentares, e assim trabalhar a importância da alimentação saudável na infância, apresentando o Mundo Verde como uma opção de compra também para crianças e adolescentes”, destaca.

Com as ações, a rede pretende aumentar em 30% as vendas de produtos que são atrativos para o público infanto-juvenil, bem como a cesta de produtos dos clientes adultos do Mundo Verde ao comprarem alimentos para seus filhos e netos. “Queremos introduzir a alimentação saudável e a marca Mundo Verde entre jovens consumidores  e fortalecer a marca como referência em alimentação saudável para todas as idades”, explica o diretor Donato Ramos.

OPÇÃO COMPLETA EM GULOSEIMAS SAUDÁVEIS

Ramos lembra que foi a partir da preocupação com os males causados pelas guloseimas que algumas empresas alimentícias buscaram a ajuda de nutricionistas para desenvolver produtos saborosos e ao mesmo tempo nutritivos, evitando assim os dedos engordurados e a consciência pesada depois de consumi-los. Hoje é possível substituir os salgadinhos fritos por biscoitos integrais ou petiscos assados, comer um brownie sem lactose e sem glúten ou uma barra de chocolate sem leite ou açúcar, mas que possui fibras e antioxidantes naturais.

Este mercado em ascensão também é uma alternativa para adultos e crianças que não podiam comer determinados alimentos por sofrer de intolerância a certos componentes, como açúcar, lactose e glúten. “Atualmente, graças à grande diversidade de produtos disponíveis no mercado, é possível uma criança celíaca (intolerante ao glúten) comer um cookie de maçã ou de chocolate. Menos prejudiciais, as guloseimas saudáveis são uma opção, mas seu consumo deve ser moderado”, explica Donato Ramos, diretor de Marketing da rede Mundo Verde.

As lojas Mundo Verde oferecem uma grande variedade de produtos para os consumidores mirins se deliciarem com esses pequenos prazeres e evitarem os problemas típicos do excesso de peso. Confira as dicas para substituir as guloseimas tradicionais por opções bem mais saudáveis, gostosas e saudáveis:

- Cookies Integrais: Além de saborosos, são fontes de energia, fibras, vitaminas e minerais. Ótimos substitutos dos biscoitos tradicionais, que são altamente calóricos, pobres em nutrientes, contêm alto teor de gorduras saturadas e trans, além de serem elaborados com ingredientes refinados.

- Chocolate à base de soja: Adoçados com açúcar orgânico, isentos de colesterol, lactose e glúten. Os chocolates convencionais contêm alto teor de colesterol, açúcares e gorduras saturadas.

- Barras de frutas: Barra totalmente natural feita com frutas e castanhas. Sem corantes, conservantes e açúcar. Rico em fibras.

- Snacks integrais: Ao contrário dos tradicionais, os snacks integrais são assados, ricos em fibras e livres de corantes artificiais.

- Brownie de Soja: Deliciosa opção de sobremesa, com a vantagem de ser rico em fibras, vitaminas e minerais. Sem lactose e glúten.

- Frutas secas: Crocantes, sem adição de açúcar e conservantes, mantendo as características nutricionais, como os teores de vitaminas, minerais e fibras contidos nas frutas.

- Paçoca de soja: Além de saborosa, é nutritiva. Fonte de vitaminas do complexo B e fibras.

- Sucos de frutas orgânicas: Sem adição de conservantes e corantes. Isentos de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Fontes de vitaminas e minerais antioxidantes.

Mais sobre o Mundo Verde

Maior rede de lojas especializadas em produtos naturais e para bem-estar da América Latina, o Mundo Verde oferece conceito em alimentação e não simplesmente alimentos naturais (light, diet, integrais, sem glúten etc.) e orgânicos (livres de agrotóxicos). Os vendedores são treinados para dar informações nutricionais e deixar os consumidores à vontade, em um ambiente que estimula o relaxamento, com música e incensos. A rede também oferece um serviço de orientação nutricional gratuito pelo 0800 0222528. A empresa, que possui 145 lojas em todo o Brasil (seis delas em Pernambuco) e franquia em Portugal, também enfatiza os princípios ecológicos, o comércio justo, o consumo consciente e a responsabilidade social, cultural e ambiental.

Serviço:

MUNDO VERDE EM PERNAMBUCO

RECIFE - CENTRO
Rua do Rangel 215 - São José - Recife/PE
Tel/Fax: (81) 3224-8012
E-mail: recifecentro@mundoverde.com.br

RECIFE - SHOPPING PLAZA

Rua Dr. João Santos Filho, 255 – lj 9 e 10

Tel/Fax: (81) 3267-7369 / 3304-6008

plaza@mundoverde.com.br

RECIFE - SHOPPING RECIFE

Rua Padre Carapuceiro 777 - Lj BV 90 – 2º Piso

Tel/Fax: (81) 3326-0166

shopprecife@mundoverde.com.br

RECIFE - SHOPPING TACARUNA

Av. Agamenon Magalhães 153 - Lj 253 – Piso

Santo Amaro - Recife – PE

Tel: (81) 3223-8371 / Fax: (81) 3421-6542

recife@mundoverde.com.br

PETROLINA - RIVER SHOPPING

Av Monsenhor Angelo Sampaio,100 / Loja 24 - Centro

Tel/Fax: (87) 3861-2797

petrolina@mundoverde.com.br

FERNANDO DE NORONHA

Floresta Nova - BR 363 – Km 8

(81) 3619-0058

fernandodenoronha@mundoverde.com.br

Mundo Verdewww.mundoverde.com

Alô Nutricionista: 0800 0222528 (segunda a sexta, das 13 às 18 horas) /

sábado, 26 de setembro de 2009

Referência na Europa em foto depilação, Não+Pelo® participa da Rio Franchising Business 2009, de 1 a 3 de outubro

Com técnica exclusiva, indolor e preço único de R$ 55 por área do corpo, multinacional apresenta aos cariocas, uma oportunidade diferenciada no setor de estética

face A franquia espanhola Não+Pelo® será uma das atrações da Rio Franchising Business 2009, de 1 a 3 de outubro, a partir das 14 horas, no Riocentro (Av. Salvador Allende, 6.555, Barra da Tijuca). Com mais de 460 unidades na Europa, a Não+Pelo® apresentará aos empreendedores cariocas, um conceito inovador de foto depilação, que utiliza a moderna técnica de luz pulsada intensa (IPL), a preço único de R$ 55, por área do corpo.

Os investidores que pretendem adotar a franchising como forma de expansão terão a oportunidade de conhecer a franquia, que oferece investimento diferenciado, de rápido retorno e fácil operacionalização. Durante a feira, os interessados poderão obter todas as informações necessárias desta multinacional, que já opera em Portugal, Bulgária e Brasil.

A foto depilação por luz pulsada intensa oferece resultados semelhantes ao da depilação a laser, mas com preço muito mais acessível - cerca de 1/3 do valor do mercado. Além disso, se torna uma excelente opção para quem utiliza métodos convencionais como, por exemplo, a cera, já que a técnica é indolor e tem maior durabilidade - cerca de 6 a 8 sessões para erradicar o pêlo.

De forma indolor e com preço único para homens e mulheres, a foto depilação já pode ser encontrada no Brasil, em duas unidades localizadas em São Paulo. Além da técnica exclusiva, as franquias – que já estão em funcionamento – oferecem tratamentos de foto rejuvenescimento e fototerapia de manchas e de acne.

Investimento na Franquia - Segundo a Associação Brasileira de Franchising, apenas em 2008, o setor de franquias faturou R$ 55 bilhões, e 20% delas estão localizadas no estado carioca. Por este motivo, o Rio de Janeiro acaba sendo um ponto estratégico na ampliação da rede, que utiliza o sistema de franquias e tem a expectativa de abrir em todo o País, 100 unidades no primeiro ano de funcionamento.

Por um investimento inicial de apenas R$ 120 mil, o novo franqueado terá equipamento de foto depilação, acessórios, mobiliário padrão, publicidade institucional, assessoramento e isenção na taxa de franquia. Não é preciso ter experiência em estética para investir no negócio, pois o franqueado recebe todo o treinamento e assessoria necessária para abrir sua loja. O prazo estimado de retorno do investimento é de cerca de 15 meses. A operação de uma unidade básica requer área mínima de 30m² e equipe de duas pessoas.

A inscrição dos interessados é feita pelo site www.naomaispelos.com.br ou e-mail franquias@naomaispelos.com.br.

domingo, 13 de setembro de 2009

Lojas de rua e de shopping exigem Marketing diferenciado

Redes como Mundo Verde e Bon Grillê possuem estratégias diferenciadas para suas lojas de shopping e de rua

Por Guilherme Neto, do Mundo do Marketing | 10/09/2009
guilherme@mundodomarketing.com.br

Os shoppings no Brasil têm passado por um bom momento. Segundo previsões do IBOPE, espera-se crescimento de 6% na atividade do varejo de shopping no ano. Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), as vendas em 2008 subiram 11%.  A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping, por sua vez, acredita que 2009 fechará com 25 novos shoppings abertos. Ainda assim, eles representam cerca de 19% da receita, de acordo com dados da Abrasce. Número muito inferior ao apontado em países como Estados Unidos (70%) e França (40%).

Percebendo essa tendência e oportunidade, muitas empresas têm optado por focar em lojas de shopping, ainda mais em grandes cidades, onde um bom ponto comercial na rua é cada vez mais difícil de encontrar. A Mundo Verde é uma das redes que, ainda que não tenha abandonado as lojas de rua, vem investindo cada vez mais na presença em shoppings. Atualmente com 142 lojas, a rede acredita em uma migração do público para os shoppings, à medida que vão buscando por segurança e conveniência.

“O Brasil está vivendo um forte crescimento em shoppings, já tendo virado uma referência de local e compra para os consumidores. Abrir loja nesses espaços é um risco muito menor e menos trabalhoso”, explica Donato Ramos, Diretor de Marketing da Mundo Verde, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Lojas de rua são um negócio mais arriscado
Isso não significa necessariamente uma restrição às lojas de rua, segundo o executivo da Mundo Verde, mas sim uma maior oferta de bons pontos em shoppings. Fora deles, a rede procura espaços que ofereçam segurança e uma boa vizinhança que atraia uma potencial clientela.

Isso inclui locais com presenças de academia por perto – já que a rede oferece diversos alimentos com posicionamento saudável – ou qualquer comércio que estabeleça uma sinergia com a rede. “Escolher pontos na rua exige um trabalho maior, com uma boa pesquisa para verificar se aquele espaço é bom para o cliente, se é seguro, se tem serviços de estacionamento...”, explica.

Shoppings não permitem uso de corredores próximos às lojas
Mas as lojas de rua não deixam de ter suas vantagens. Há uma liberdade maior para utilizar o espaço exterior próximo ao ponto-de-venda, como calçadas, seja através da entrega de panfletos promovendo o Mundo Verde e seus produtos ou até mesmo ações de degustações. Tudo aliado a uma entrada convidativa que instigue o consumidor a visitá-la.

Em shoppings, são comuns normas administrativas que proíbem ou dificultam o uso dos corredores para ações desse tipo. Por isso, para atrair olhares em meio a grande gama de opções de lojas, a rede utiliza vitrine exclusivamente nesses pontos-de-venda.

Os shoppings, por sua vez, atraem uma clientela diversa que vai em busca de outras marcas ou serviços, mas acaba entrando em contato com o Mundo Verde, aumentando não apenas o conhecimento de marca, mas também as compras por impulso. “Os clientes que vão às lojas de shopping também fazem compras maiores, com maior tíquete médio”, explica o Diretor de Marketing.

Reposicionamento levou em conta a presença em shoppings
Isso explica a estratégia diferenciada de oferta de mix de compras nas lojas de shopping e - mesmo que em parte - o reposicionamento da marca, que passou a destacar alimentos saudáveis e alimentação consciente em suas campanhas, deixando um pouco de lado os produtos de maior apelo impulsivo, como presentes, esotéricos e livros de auto-ajuda.

O Mundo Verde segue expandindo nos dois espaços, prevendo abrir uma loja de rua ainda esse mês em Caxias do Sul e outra no BarraShopping, no Rio de Janeiro. A capital fluminense concentra a maioria das lojas de rua por ser a cidade onde a rede nasceu, há 21 anos, antes do “boom” dos shopping centers.

Bon Grillê vai atrás de público executivo fora dos shoppings
A Bom Grillê é uma rede que tem tomado uma direção contrária. Concentrada em shoppings desde 1994, ano de sua fundação, a rede de fast-food vem recentemente apostando em novos espaços. Isso inclui não apenas as lojas de ruas, abertas pela primeira vez ano passado, mas também em empresas, sempre focando no almoço dos executivos, diferentemente dos shoppings.

“A loja localizada na rua tem um perfil diferente de público em relação às de Shopping, já que, por ser localizada em uma região extremamente comercial, atrai pessoas com perfil executivo, que buscam alta qualidade, alimentação saudável e rapidez em detrimento aos restaurantes self-service”, explica Sérgio Freire, superintendente de Marketing e Novos Negócios da Platinan Franquias.

Ainda assim, as ofertas de produtos não são diferenciadas, mas exigem uma abordagem especializada. As lojas de rua têm mais espaço e ambientação exclusiva, com promoções customizadas para esse público. Atualmente, a rede conta com mais de 50 lojas, apenas duas fora de shopping, ambas localizadas em São Paulo e inauguradas há cerca de um ano. Ainda que focada nos centros de compras, a Bon Grillê não descarta a possibilidade de abrir novas lojas de rua em áreas estritamente comerciais.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Franquias de casas noturnas estrangeiras chegam ao Brasil

Só para quem pode

As franquias de casas noturnas estrangeiras chegam ao Brasil, com perspectiva de alto retorno e risco nada desprezível. É preciso conhecer o perfil do cliente capaz de gastar R$20.000 numa única balada

Por Wagner Roque
Fotos: Fabiano Accorsi
Fonte: PEGN

Léo Sanchez, sócio da Pacha: para trazer a marca ao Brasil, concorreu com 70 candidatos de diferentes países

Numa sexta-feira de março, às 16 horas, o empresário Philipe Savoia, sócio da casa noturna Pink Elephant, de São Paulo, confere com uma funcionária a previsão do movimento para aquela noite. Todas as 24 mesas disponíveis no estabelecimento estão reservadas. Seria algo corriqueiro, não fosse o fato de cada mesa na Pink Elephant custar R$ 3.000. Trata-se de uma das mais badaladas danceterias da cidade. Para conferir, basta passar pelo local, de quinta-feira a sábado, por volta da meia-noite. Centenas de pessoas que não fizeram reserva nem são famosas, aguardam na porta, atentas aos comandos da hostess, a modelo responsável por selecionar quem vai entrar.

A cena é parecida com o que ocorre em estabelecimentos noturnos badalados dos Estados Unidos e da Europa. Inaugurada em dezembro do ano passado, a Pink Elephant paulistana é franquia da casa de mesmo nome localizada em Nova York, à qual paga royalties de 2% sobre o faturamento mensal. Voltada para jovens de alto poder aquisitivo, a Pink tem no cardápio champanhes com preços de R$ 450 a R$ 6.600. São comuns os pedidos de várias garrafas na mesma mesa. "Se o cliente solicitar mais de dez unidades, o DJ para a música, anuncia o seu nome e toca o tema do filme Super-Homem", diz o empresário Cássio Gebara, outro sócio da Pink. A brincadeira, importada da matriz, estimula uma lucrativa competição entre os frequentadores que ocupam as mesas e camarotes. Há quem desembolse mais de R$ 20.000 na hora de pagar a conta.

Embora não revelem o faturamento, os sócios da Pink Elephant confirmam que o negócio vai muito bem. "Investimos R$ 4,5 milhões, com previsão inicial de retorno em cinco anos, mas esse prazo deve ficar em 18 meses", diz Gebara. Ele frisa, porém, que parte da receita vem dos patrocinadores. É uma das vantagens das franquias de danceterias de grife. Há sempre empresas dispostas a firmar parcerias, a fim de se aproximar de consumidores poderosos. Um exemplo é o camarim existente na Pink Elephant, onde uma equipe de maquiadores e cabeleireiros retoca, gratuitamente, o visual das frequentadoras durante toda a noite. Só usam produtos Dior. A Veuve Clicquot investiu na montagem de um camarote com banheiro privativo e presenteou a danceteria com uma cadeira rosa-choque criada pelo badaladíssimo designer egípcio Karin Rashid.

Cássio Gebara, sócio da Pink Elephant: previsão de retorno dos R$ 4,5 milhões investidos em 18 meses

Trazer para o Brasil a franquia de uma casa noturna, entretanto, exige muito mais do que fôlego financeiro. De acordo com empresários do ramo, é preciso conhecer a vida noturna da cidade onde se pretende abrir o negócio e transitar com desenvoltura pela alta sociedade. São requisitos fundamentais para que o interessado pesquise o seu público alvo e defina em que região cabe um estabelecimento do gênero. Ainda assim, o candidato a franqueado trabalhará arduamente para convencer a matriz de que a unidade brasileira da marca será lucrativa. O empresário Léo Sanchez, um dos sócios da Pacha no Brasil, diz que, antes de receber o sinal verde da casa espanhola, precisou entrar numa concorrência com outros 70 empresários de diferentes países. Em 2000, ele começou a organizar festas itinerantes por todo o Brasil, a fim de divulgar a marca Pacha e provar que o negócio seria viável. Depois de muitas baladas móveis e negociações, a primeira Pachá brasileira foi inaugurada em 2006, na região oeste de São Paulo.

O negócio é comandado por Sanchez em sociedade com o Grupo Sirena, que possui o club Sirena e o dining club Morocco, ambos no litoral paulista. Eles detêm os direitos de explorar a marca no país e já abriram uma unidades em Búzios, no Rio de Janeiro, e uma em Florianópolis. "Temos planos de inaugurar em breve franquias no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e Brasília", declara Sanchez. Cada unidade paga à matriz espanhola royalties de 5% sobre o faturamento.

A Pacha paulistana ocupa um prédio de 3.800 m² numa área de 10.000 m². O local abriga também os escritórios dos sócios e uma marcenaria para reforma dos móveis da danceteria. São 40 empregados fixos e mais 100 temporários. "Mais do que uma casa noturna, somos uma empresa de entretenimento e queremos torná-la cada vez mais sólida", diz Sanchez. Na Espanha, a marca já tem mais de 40 anos.

O perfil da Pacha não é muito comum entre as casas noturnas em geral. Ainda que exija altos investimentos, a maioria é feita para durar poucos anos. Um dos motivos é que os clientes desse tipo de negócio estão sempre em busca de novidades. Não são fiéis, de acordo com o consultor Marcelo Cherto, especialista em ocupação de mercado. "Mas tenho notado uma profissionalização cada vez maior no setor, o que inclui as constantes renovações dos estabelecimentos", diz. É uma estratégia adotada pelo Café de la Musique, de São Paulo, que pretende fazer o caminho inverso em relação às franquias estrangeiras: abrir filiais em outros países (leia o box ao lado).

Uma prática comum entre os empreendedores do ramo é a migração de um estabelecimento para o outro ou a participação simultânea no comando de várias casas, a fim de se manter sempre à frente de um negócio rentável. É o caso do arquiteto alemão Rudolf Piper. Ele morou durante 20 anos nos Estados Unidos e dirigiu o lendário Studio 54, que funcionou nos anos 70 e 80 em Nova York, onde também elaborou projetos para a danceteria Lotus. Foi com essa marca que Piper desembarcou no Brasil em 2004. Mais tarde saiu da sociedade da Lotus brasileira, que atualmente está fechada para reforma. Piper fez parte do grupo que trouxe o parisiense Buddha Bar para São Paulo, empreendimento que ele já deixou e que atualmente passa por reformulação para se adequar à matriz. As atenções do empresário, no momento, estão voltadas para a filial brasileira da Mokai, da qual é sócio. A versão paulistana da casa noturna de Miami tinha inauguração prevista para março.

Entre os sócios da Mokai estão Gutti Camargo (atual Buddha Bar e ex-Lotus), Mario Bernardo Garnero (ex-Lotus) e Amir Slama, um dos estilistas responsáveis pela decoração do Café de la Musique. Segundo Piper, esse trânsito de nomes de uma casa para outra não significa que o ramo não seja sério. "Ao contrário, os negócios exigem planejamento, como se fossem durar muitos e muitos anos."

BALADAS FORASTEIRAS
Uma radiografia de quatro casas noturnas estrangeiras que abriram franquias nos últimos anos no Brasil

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Estudantes de Administração marcaram presença nas palestras que foram proferidas na I Feira de Negócios de Franquia – Franchising Nordeste 2009 em Recife.

OgAAALEZy9qqKmTBnDSgyo_sB2GXiiyPMQu0tmyrrAYIknrBOReBVCgPEr5aMgxfBbz9_rMRrCK0j4-nL1SE4h75oLgAm1T1UItfcA65n_9-NUpe8v5Hi3dTs_cO Os estudantes da Instituição de Ensino Superior de Olinda – Funeso estiveram presentes em todas as palestras realizadas na Franchising Nordeste, demonstrando todo o interesse que o segmento de franquias no Brasil tem tido principalmente no meio acadêmico.

O Brasil ainda é carente de uma maior divulgação do Sistema de Franquias, existe muito espaço no mercado para o crescimento de grandes marcas e criação de novas.

Daniel Oliveira, um dos alunos presentes na Franchising Nordeste disse: “Gostariamos de agradecer ao Prof. Gualber Calado pela palestra maravilhosa que foi apresentada sobre Franquia, e, dizer que nossa equipe escolheu o tema "FRANQUIAS" para o Nucléo de Pesquisa da nossa Faculdade. (Instituição de Ensino Superior de Olinda - Funeso).”

Franchising Nordeste superou as expectativas

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Primeira feira de franquias do Norte e Nordeste ultrapassou a casa dos R$ 30 milhões em negócios fechados e já anuncia perspectivas para 2010

SAM_0076_cred Luiz Gonzaga A Franchising Nordeste, primeira feira do segmento do Norte e Nordeste, encerrou no último sábado (25), no centro de Convenções de Pernambuco-PE, com balanço positivo. Realizada pela Montte Empreendimentos, o evento impulsionou o fechamento de novos negócios e ampliações de redes em quase todas as regiões, registrando mais de R$ 30 milhões em transações consolidadas a partir da feira.

Contando com a presença de renomadas marcas de franquias e de consultorias, a Franchising Nordeste já é destaque no setor pela expressividade e movimentação da economia regional. Isso, levando em consideração que os negócios realizados na feira, e no pós-feira, contabilizam a geração de aproximadamente 10 mil empregos diretos e 40 mil indiretos.

Outro ponto positivo da feira foi o público visitante, mais de 12 mil pessoas. ‘Os números refletem o sucesso da Franchising Nordeste. Tivemos um público direcionado, o que deu qualidade e credibilidade ao evento. Registramos a presença de muitos empreendedores e empresários interessados em investir no mercado de franquias e ampliar seu mix de negócios’, comentou Feliciano Ramos, diretor da Montte.

SAM_0109_cred Luiz Gonzaga Para os expositores, a participação foi muito positiva. De acordo com Cintia Pitta, gerente de expansão da Doctor Feet, empresa líder em serviços e tratamentos em podologia no Brasil, a feira atraiu potenciais investidores do Recife e de cidades próximas. ‘As negociações na Franchising Nordeste nos deram ótimas perspectivas para a região ainda neste ano. Até junho, esperamos abrir uma loja em João Pessoa e outra na capital pernambucana’, disse a executiva.

O diretor do Mart Shopping, José Marques Jr., declarou que o evento superou as suas expectativas. ‘A feira serviu de grande vitrine na valorização do mercado de franquias no Nordeste. Recebemos visitantes que queriam informações mais aprofundadas. Ultrapassamos a casa de R$ 500 mil nos quatro dias do evento’, frisou José Marques.

No estande da Fastrackids, o movimento foi intenso. A marca, a única internacional do evento, trabalha com o desenvolvimento educacional para crianças até 8 anos. Ana Paula Harley, franqueadora máster da rede, se surpreendeu com o movimento da feira. ‘Atendemos investidores de várias partes do Nordeste e o resultado foi qualitativo. Viemos divulgar o nosso trabalho, mas realizamos grandes contatos’, afirmou Ana Paula.

SAM_0295_cred Luiz Gonzaga Diante do sucesso da primeira Franchising Nordeste, a Montte Empreendimentos já está trabalhando na edição 2010 da feira. ‘O ano que vem o evento dobra de tamanho. Vale ressaltar a importância da participação da Associação Brasileira de Franchising (ABF) que estará novamente conosco na segunda edição. Além disso, também vamos ampliar o mix de marcas e criar novos ambientes de negócios para o público visitante’, analisou Feliciano Ramos, diretor da Montte. A Franchising Nordeste 2010 acontecerá entre os dias 06 e 09 de abril, no Centro de Convenções de Pernambuco. Algumas empresas já confirmaram presença, entre elas: Francomp, CNA Cursos de Inglês, Global Franchise, Mart Shopping, Planetário Fast Food e Adji.

FLORIANÓPOLIS – A partir dos resultados alcançados na feira de Pernambuco, a Montte Empreendimentos fechou mais uma parceria com a ABF e realizará em outubro do próximo ano, em Florianópolis-SC, a Franchising Mercosul. ‘A Franchising Mercosul atrairá investidores de todos os países que fazem parte dessa integração. O evento dará uma visibilidade também às empresas nordestinas, que serão migradas para o evento’, destacou Feliciano Ramos, diretor da Montte. A feira começa a ser comercializada ainda esta semana.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Feira de Negócios de Franquia – Franchising Nordeste 2009 – Recife/PE

A I FEIRA DE NEGOCIOS DE FRANQUIA – FRANCHISING NORDESTE 2009 realizada em Recife – PE de 22 a 25 de abril foi um sucesso. Segundo os organizadores da Montte Empreendimentos a feira atingiu plenamente as expectativas dos expositores com um volume de negócios acima do esperado.

Franchising_Nordeste_2009 (12) O ponto alto em todos os dias foram as palestras voltadas para investidores e potenciais franqueados. Em meio as diversas palestras destaque para a palestra do Prof. Gualber Calado que desenvolveu o tema: As principais Vantagens de Comprar uma Franquia e seus desafios. Gualber Calado é especialista em Formatação de empresas que desejam franquear suas marcas. “Este é o melhor lugar para se obter informações sobre este Canal de Distribuição que só tende a crescer no Brasil e no Mundo. Basta ver os números e comparar, não existe nenhum outro canal de distribuição que tenha retorno tão rápido e com riscos minimizados no mercado, além de ser uma oportunidade de pequenos investidores serem parceiros de grandes marcas.” comentou Gualber Calado.

Depois, o Sr. Helder de Oliveira – Gerente de Negócios do BNB falou sobre as linhas de créditos especiais para que deseja integrar o Sistema de Franchising encerrando o ciclo de palestras deste primeiro encontro.

O próximo encontro de Franquias do Nordeste já tem data marcada para Junho de 2010 e 90% dos expositores presentes já confirmaram e renovaram contratos com o organizador da feira.

No último dia foi visível a satisfação dos expositores.

-“Nesta feira realizamos bons negócios, principalmente com clientes de potencial qualificado e esperamos então que ela (feira) tenha maior visibilidade no próximo ano para cada vez mais estarmos divulgando nossos negócios e ajudando a empreendedores e investidores a obter seu negócio vinculado junto a grandes redes, grandes marcas.” falou José Hamilton Rabelo gerente de franquia da OPENDOORS – escolas especializadas em inglês para crianças e adolescentes.  

domingo, 26 de abril de 2009

ABF realiza Café para discutir estratégias sobre a feira 2009

A Associação Brasileira de Franchising (ABF), a Brazil Trade Shows Partners (BTSP) e a equipe da DFREIRE Comunicação e Negócios se reuniu, no último dia 15, com assessores de imprensa e responsáveis pelo marketing das empresas expositoras na feira para apresentar as estratégias de divulgação do evento.

A 18ª edição da ABF FRANCHISING EXPO, maior e mais esperada feira do setor da América Latina, será realizada entre os dias 17 e 20 de junho, no Expo Center Norte - Pavilhão Vermelho - em São Paulo.

A organização da feira espera receber aproximadamente 35 mil visitantes e gerar cerca de R$ 28 milhões em negócios. Entre as delegações estrangeiras que estarão presentes estão Uruguai, Espanha, França, Estados Unidos e Portugal.

Em breve serão divulgadas as principais novidades das redes expositoras, a feira deste ano reunirá 260 marcas, sendo 23 empresas brasileiras participando pela primeira vez.

Da: Redação DFREIRE

Setor de franquias cresce mais do que o esperado em 2008

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) anuncia o desempenho do setor de franquia no Brasil durante o ano de 2008 e constata que a crise financeira internacional não atrapalhou os planos de crescimento das empresas, tanto no Brasil, como no exterior.

Em 2008, o setor faturou R$ 55 bilhões, 19,5% a mais do que em 2007. O número surpreendeu a Associação, que havia previsto um crescimento de 17% para o período.

Para o diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo, apesar da crise internacional assustar consumidores de todo o mundo, outros fatores impactam positivamente o setor. `No Brasil, os setores mais afetados com a crise - automobilístico, financeiro e construção civil - não são representativos no mercado de franquia. Além disso, três fatores contribuíram - e muito - para os números no ano passado: aumento dos níveis salariais, aumento da taxa de emprego verificado até outubro e acesso das classes C e D ao consumo`, explica o executivo.

Outro argumento do executivo da ABF é que, historicamente, quando o mercado sofre com demissões, o setor de franquias acaba recebendo muitos novos interessados. `Ao perder o emprego, muitos profissionais optam pelo negócio próprio e, nesse momento, o modelo de franquia leva muitas vantagens`, afirma, ressaltando que, de dezembro para cá, as redes associadas registraram um aumento de 25% no número geral de interessados em adquirir uma franquia.

Para 2009, a expectativa é que o setor continue crescendo. A ABF estima um crescimento de 13%, já considerando o fator crise. `Estamos sendo conservadores, uma vez que as redes estão mantendo seus planos de investimento inalterados para o ano . Outro fator favorável para a expansão das redes é que os pontos comerciais tiveram queda de preço. Para quem deseja iniciar no mercado de franquias, o ponto comercial, na maioria das vezes, é o investimento mais significativo. Com a crise, o preço desses ativos caíram no Brasil e no mundo`, explica Camargo.

No cenário internacional, as franquias brasileiras também estão buscando aproveitar das distorções causadas pela crise. Os ativos estão mais baratos e o câmbio está favorável aos produtos brasileiros. A ABF acredita que a crise pegou o setor capitalizado - os últimos 18 meses foram muito positivos para o setor - e ainda mais maduro. `É hora de aproveitar as lacunas que o mercado oferece`. 

No sentido inverso, ou seja, a vinda de redes de franquia para o Brasil, também deve se acentuar daqui para frente, já que o Brasil tornou-se o país mais seguro para novos investimentos, em detrimento da China, Rússia e Índia. `No franchising mundial, o Brasil é visto como referência. Ocupa a quarta posição no ranking e está no comando do principal órgão internacional do setor, o World Franchising Council, o que auxilia muito na criação de uma imagem positiva para o setor`, explica Ricardo Camargo.
Números de 2008

De acordo com o levantamento da ABF, no ano passado, o sistema de franchising registrou um faturamento de R$ 55 bilhões, que representou um aumento de 19,5% em relação a 2007.

Em 2008, 200 novas empresas adotaram o modelo de franquias como estratégia de crescimento, o que contribuiu muito para o aumento do faturamento do setor  e também das unidades franqueadas, que somam quase 72 mil.

Atualmente, operam no Brasil 1379 redes de franquia, responsáveis por aproximadamente 648.000 postos de trabalho diretos e 2.592.000 indiretos.

Para o estudo de desempenho do setor, a ABF reúne os franqueadores em 12 segmentos. O levantamento utiliza os dados fornecidos pelas redes associadas (cerca de 600 marcas) mais dados de mercado de todo o ano.

Os segmentos que mais cresceram em 2008 foram Acessórios Pessoais e Calçados (44,8%), Serviços relacionados a Veículos (31,7%), Vestuário (27,2%) e Esporte, Saúde, Beleza e Lazer (25,8%). Apenas um segmento apresentou queda no faturamento: Limpeza e Conservação (-1,4%).


Abaixo confira o desempenho de cada um desses segmentos:

Acessórios Pessoais e Calçados - Foi o segmento que mais cresceu em 2008. Registrou um incremento de 44,8%. Esse índice é resultado da entrada expressiva de novas e grandes redes no sistema como Havaianas (quiosques) e Baloné (marca de acessórios para adolescentes da mesma rede da Morana). O segmento também registrou um crescimento de algumas redes já consagradas como: Arezzo, Carmen Steffens, Chilli Beans, Morana, Via Uno, World Tennis e Dumond.
Alimentação - Sempre em crescimento, registrou um aumento de 20% em seu faturamento, em 2008. O crescimento também tem origem na entrada de novas redes no sistema - Eisenbaum, Frutiquello Sorvetes, KFC, Koni Store e Rochinha. As grandes redes também cresceram como: BOB`S, AMBEV, Cacau Show, Burger King, Spoleto e Subway.

Educação e Treinamento - Setor apresentou crescimento de 3%. Porém, iniciou o ano de 2009 com boas perspectivas de crescimento. Destaque para as novas redes ACP-SAT (preparatório para Concursos Públicos); Estudo Mais, Projeta Cursos e Tutores.

Esporte, Beleza, Saúde e Lazer - Crescimento de 25,8%. Destaque para a entrada de novas redes como Sorridents, Pelé Club, Zero Depilação,  WISHAWISHA, IGUI Piscinas e  UZ GAMES. Grande crescimento das redes O Boticário, Mahogany, L`Acqua di Fiori, Zástraz Brinquedos.

Fotos, Gráficas e Sinalização - Crescimento de 2,6%. Setor muito pequeno e sem muita variação ano após ano.

Hotelaria e Turismo - Cresceu 11,6% em 2008, registrando crescimento das redes e o incremento de novas marcas como World Study e Intercâmbiocursos.com
Informática e Eletrônicos - Em 2008, o setor cresceu 5,6%. A competição com os grandes supermercados é grande. O setor ganhou duas novas marcas  Notebook Century e Hellow Voip.

Limpeza e Conservação - Único segmento que apresentou retração (-1,4%). Diminuição em número de unidades em segmentos voltados para serviços em Limpeza e Conservação. Novas Redes: Loc Lav, Primia, Truck Wash.

Móveis, Decoração, Presentes e Imobiliárias - Crescimento de 7% em 2008 devido ao crescimento do setor imobiliário. Destaque para o ingresso no Brasil da rede americana CENTURY 21 e para as nacionais COLCHÕES ORTOBOM e MMARTAN, que aderiram ao sistema no período. Crescimento das redes   tradicionais como Multicoisas, PortoBello Shop e Casa do Construtor.

Negócios, Serviços e Outros Varejos - Crescimento de 21,1%. Número puxado pelo aumento de unidades das seguintes redes  AM PM Mini Market, Paraná Crédito, Post Net  e pelos entrantes  Agecel, cartório Postal, Chopp Brahma Express, entre outros.

Veículos - Crescimento de 31,7%. Vale lembrar que não está incluído nesse volume a venda de automóveis e, sim, serviços de manutenção, limpeza, aluguel, estacionamento, entre outros. Crescimento do faturamento das seguintes redes: Jet Oil, Localiza Rent a Car, Multipark e Oficina Brasil.  Redes novas: ABC HIPER (pneus) e DNA SECURITY

Vestuário - Com 20% de crescimento, o setor de vestuário registrou o ingresso de marcas fortes como Tip Top, O Poderoso Timão e Mar Rio. Destaque para redes tradicionais como: Caverna do Dino, Hering Store, Hope, PUC, Puket e Scala.

Fonte: ABF