segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

sábado, 22 de dezembro de 2007

ABF e Provar/FIA divulgam os resultados do terceiro trimestre do setor de franchising

Associação Brasileira de Franchising (ABF) divulga os resultados da pesquisa sobre o desempenho do setor de franquia no terceiro trimestre do ano e a expectativa de expansão para o último trimestre.

A pesquisa realizada em parceria com o Provar – Programa de Administração de Varejo, da Fundação Instituto de Administração – FIA, em conjunto com o Canal Varejo – Consultoria de Mercado de Bens e Serviços – avaliou os resultados a partir de uma amostra de 29 redes de franquias dos seguintes ramos de atividade: Alimentação; Negócios, Serviços e Conveniência; Educação e Treinamento; Beleza, Saúde e Produtos Naturais; Vestuário; Serviços Automotivos; Escolas de Idiomas; Acessórios Pessoais e Calçados; Construção, Material e Serviços; Cosméticos e Perfumaria; Fotografia, Gráficas e Sinalização; Móveis, Decoração e Presentes; e Serviços Financeiros.

Do total da amostra de redes participantes da pesquisa, 24% são do segmento de alimentação; 14% de negócios serviços e conveniência; 10% respondem por beleza, saúde e produtos naturais e também por educação e treinamento; e com 7% de participação aparecem os segmentos de escolas de idiomas; serviços automotivos e vestuário.

Mais de cinco mil lojas estão representadas nesta segunda edição, sendo que 90,4% correspondem a unidades franqueadas e 9,6% são próprias. Foram levantados na pesquisa dados sobre a variação no número de lojas no período entre janeiro e setembro deste ano, além das expectativas de crescimento do número de lojas e do faturamento para o último trimestre.

De acordo com os dados apresentados foi possível constatar que, entre janeiro e setembro de 2007 houve um crescimento de 3,1% no número de lojas em operação. Já as projeções para o quarto trimestre referente aos meses de outubro, novembro e dezembro indicam um aumento médio de 3,6%.

Em relação ao faturamento, a expectativa para o quarto trimestre do ano é de crescimento de 18,3% quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Especialmente, para as redes do setor de Alimentação foi apurado um aumento de 2,3% no número de lojas no período compreendido entre janeiro e setembro, e a expectativa para o último trimestre é de um crescimento de 3,3%. Em relação ao faturamento, as empresas deste segmento projetam um crescimento de 19,1% para o quarto trimestre.

Segundo Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF, este estudo possibilita antecipar a performance do setor no decorrer do ano, oferecendo aos empresários uma prévia dos resultados do franchising.

Fonte: DFREIRE Comunicação e Negócios

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Spoleto vai vender massas e molhos em supermercados

Fonte: Valor Econômico

Do balcão para as prateleiras, a rede de restaurantes de comida rápida Spoleto vai lançar nesta semana uma linha de massas, molhos e receitas de ingredientes nos supermercados Pão de Açúcar, de olho no aumento do consumo e da renda do brasileiro. A linha, batizada de Spoleto Mio, virá em porções individuais e foi inspirada nos pratos de maior sucesso da rede de culinária, dona de 162 franquias e 25 lojas próprias.

"Vamos nos posicionar no vácuo que existe entre os produtos de preço baixo e pouca qualidade e os de preço muito alto e artesanal. Criamos um novo segmento para oferecer massa de boa qualidade e com preço acessível", disse Gianni Carboni, sócio e responsável pelo desenvolvimento da parte gastronômica da rede carioca, criada em 1999.

Inicialmente, a venda da linha de massas está limitada a sete lojas de São Paulo e a uma do Rio, mas deve ocorrer em toda a rede Pão de Açúcar até o fim do ano.
Depois de junho, quando acaba o contrato de exclusividade com a cadeia de supermercados, a Spoleto vai colocar a linha em outros pontos de venda de todo o país. "O mote é levar a experiência do restaurante para a casa do cliente", diz Mario Chady, sócio fundador.

A linha, cujo desenvolvimento exigiu investimento de R$ 1 milhão ao longo de três anos, é composta por seis massas, quatro molhos e oito receitas de ingredientes, como champignon no azeite com manjericão, tomate seco com manjericão e azeitonas pretas com pimenta rosa. Em janeiro, os novos produtos também serão vendidos nas próprias lojas da Spoleto, junto com frigideiras exclusivas da Tramontina para uso em casa.

Para 2008, o plano é aumentar o faturamento da rede em 20% em relação a 2007 com a nova linha e a abertura de mais 30 lojas, alcançando uma receita de R$ 285 milhões. Os planos para o ano que vem incluem aquisições, que devem aumentar em mais 10% o faturamento. Neste ano, a Estáter, empresa especializada em fusões e aquisições, tornou-se sócia, com 5,5% de participação, com o objetivo de ajudar o Spoleto a crescer.

"A idéia é comprar outros players do ramo de serviço de alimentação", disse Pércio de Souza, da Estáter. Serão investidos R$ 50 milhões, incluindo as compras previstas de outras empresas. A expansão deve ocorrer ainda na parte de fabricação das massas. Com duas fábricas em Vargem Grande, no Rio, e em Petrópolis, os sócios da Spoleto querem instalar uma outra fábrica em Volta Redonda a partir de 2009. "Nossa capacidade produtiva vai aumentar 300%", afirmou Chady.

A Spoleto atua em 21 Estados e no Distrito Federal. No exterior, tem cinco lojas na Espanha e sete no México, onde pretende instalar mais 14 até 2009.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Total de redes de franquias subiu 12,9% em 2007

O ano de 2007 foi considerado pela Rizzo Franchise, um dos que mais impulsionaram o varejo com o surgimento de novas empresas franqueadoras. Até o mês de novembro, 176 empresas passaram a vender franquias.

Com isso, o Brasil passou de 1.366 franqueadores (número contabilizado no final de 2006) para 1.542, um crescimento de 12,9% anual.

Otro dado interessante do resultado da pesquisa é em relação ao percentual de crescimento das redes em relação ao número de unidades (próprias e franqueadas) abertas em 2007, que apresentou um crescimento de 8,8%, totalizando 124.474 unidades.

Mas, ao mesmo tempo em que 2007 trouxe grande crescimento de novas empresas que passaram a expandir através da venda de franquias, também foi um ano onde muitas empresas franqueadoras deixaram de existir (ou pararam de fazer franquias ou simplesmente desapareceram do mercado).

O índice de mortalidade de redes foi bem maior do que o do ano passado. Em 2006, a mortalidade de empresas franqueadoras foi de apenas 0,09%. Este ano, o índice já saltou para 0,59%.

Fonte: PEGN

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

COMO SER UM FRANQUEADOR?

OBJETIVOS DO CURSO
- Obter conceitos fundamentais sobre o Sistema de Franchising;
- Entender o funcionamento de uma franquia;
- Analisar o segmento de franquias no Brasil entendendo sua evolução e suas tendências;
- Capacitar os participantes para o desenvolvimento de uma franquia como uma estratégia de crescimento de negócios.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


Módulo I - Entendendo o Franchising.
O que é franchising?;

Compreendendo os termos utilizados;
Vantagens e desvantagens do sistema;
Situação do Franchising no Brasil;
Ética no franchising.

Módulo II - Estudando a Viabilidade do Franchising para o seu negócio

Análise de franqueabilidade;
Licenciamento ou franchising?;
Os alicerces do franchising: Planejamento, Marca, Percepção, Coerência, Posicionamento, Disciplina, Padrões, Potencial de mercado, Quebra de paradigmas, Inovação, Recursos.

Módulo III - Formatando o Sistema de Franchising
Definição do tipo de franquia,Ponto de equilíbrio,Definição de taxas,Perfil dos franqueadores,Programa de treinamentos,Manuais de franquia,A importância do Script,Unidades piloto,Recursos e talentos humanos,Consultoria de campo,Expansão,Ponto comercial,Aspectos legais (Lei 8.955/94). 


Módulo IV - Visita técnica

Módulo V - Mantendo o Sistema
Equilíbrio na rede;

Comunicação franqueado x franqueador;
Administração de Conflitos;
Participação.

Módulo VI – O Franchising e o MARKETING.

DADOS DO PROFESSOR

PROF° FRANCISCO GUALBER CALADO BARROS CRA-CE 07542
Administrador de Empresas, Executivo Especialista em Franchising formado pela Franchising University –SP, Pós-graduando em MBA- Marketing Estratégico. Com experiência em formatação de franquias da rede CNA – Idiomas; Grupo Colchões Ortobom; Grupo Rihomo entre outros.


PÚBLICO ALVO Profissionais do setor, potenciais franqueadores, estudantes e todos que têm por objetivo conhecer e aperfeiçoar os seus conhecimentos sobre o Sistema de Franquia (Franchising).


METODOLOGIA

Apresentação dos principais conceitos e diagnósticos do segmento de franquias, utilizando estudos de cases empresariais, aulas expositivas, trabalhos em equipes e individuais e visita técnica a uma empresa franqueadora. Utilizar-se-á de meios áudios-visuais com data-show e filmes em DVD.


INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Curso Franchising Brasil
Rua Itarema, 167 Passaré Fortaleza – Ceará CEP:60.743-690 

Celular (85) 98890-4513 - (85) 99659-1300 
E-mail: gualber@globo.com


Reservamos o direito de NÃO realizar o curso caso não haja formação da turma. Neste caso, será restituído o valor integral da inscrição.
OBS.: Será conferido o certificado de participação ao aluno que obtiver freqüência igual ou superior a 75%

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Goóc seleciona franqueados

Investimento inicial em unidade da franquia, que trabalha com material reciclado, é de R$ 85 mil

Conhecida por fabricar com material reciclado produtos de moda masculina e feminina, a Goóc lançou este ano um total de cinco lojas próprias em São Paulo, Recife e Salvador. O objetivo da marca, presente desde 2002 em multimarcas como C&A e Le Postiche, foi ganhar know-how como varejista e iniciar o sistema de franchising. No mês passado, foram montadas cinco franquias em Florianópolis, Juiz de Fora, Vila Velha e São Paulo. Pneu e lona de caminhão estão entre os materiais usados para fazer chinelos, sapatos, bolsas e bermudas.

A marca tem o foco direcionado para jovens das classes A e B. Para adquirir uma franquia, o investimento inicial é de R$ 85 mil em uma área mínima de 40 metros quadrados. Nordeste e Rio de Janeiro estão entre as prioridades da marca.A origem da palavra Goóc é vietnamita e significa raiz. O diferencial da marca está nas roupas, acessórios e calçados inspirados no uniforme dos soldados vietnamitas. A linha "Dép" segue o modelo semelhante ao de um calçado que era feito com resto de pneu dos veículos destruídos em combate.

Há 27 anos, o vietnamita Thai Quang Nghia, dono da marca, foi resgatado na costa brasileira por um navio da Petrobras. O barco de pesca em que viajava trazia fugitivos da guerra e naufragou por excesso de passageiros. Nghia foi levado para São Cristóvão, bairro da Zona Norte do Rio, mas decidiu recomeçar a vida em São Paulo, onde trabalhou por seis meses vendendo bolsas. Desde então, criou a empresa Domini, que há 19 anos comercializa bolsas pelo sistema de vendas Avon. "A vontade de divulgar a cultura vietnamita eu já tinha desde os 17 anos, mas em 2002 surgiu a idéia de usar o material reciclado, que ainda é pouco aproveitado no Brasil, para criar roupas semelhantes aos que os soldados do meu país utilizavam", recorda Nghia. Segundo a gerente de expansão, Luciana Gomyde, outros fatores que contribuem para o sucesso e crescimento da franquia Goóc são os treinamentos de vendas e a ambientação da loja, caracterizada como uma tenda vietnamita todo o ambiente é decorado com bambu, grama sintética, pneus e elementos da natureza. O layout do estabelecimento está incluído no capital inicial.

O candidato tem a liberdade para escolher o ponto-de-venda, mas a opção final para escolha do local será analisada com a empresa. Com o estoque inicial de R$ 30 mil, incluídos no investimento de abertura da franquia, é possível ter na loja cerca de 2 mil peças, entre calçados e roupas."Buscamos empreendedores que gostem de ler, viajar e praticar esportes para se tornar franqueado", diz Luciana. Nghia afirma ter encontrado um número grande de interessados em fechar contratos, mas sem o perfil da marca. "Muitos comerciantes querem se tornar franqueados, mas isso não basta porque é preciso se identificar com a cultura vietnamita e ter uma relação profunda com a natureza".

A gerente de expansão diz que o franqueador não cobra taxa de publicidade e que, ainda assim, o investimento no marketing é forte para divulgar a marca. Segundo Luciana, a Goóc está presente em programas de TV com bastante audiência e que são voltados para o público jovem. A estimativa para o ano que vem é que sejam abertas mais 40 franquias. Para 2007, a Goóc pretende conquistar 80 franqueados. Nghia explica que, por causa da pouca experiência no varejo, a empresa buscou, para garantir a eficácia da formatação do negócio, a parceria da Kapta Assessoria em Gestão de Franchising, que está há 13 anos no mercado.

Na análise da consultora do Sebrae/RJ, Thaís Helena de Lima Nunes o risco do investimento é médio por causa do capital inicial e por se tratar de produto alternativo pouco testado no mercado varejista. "Apesar de ser vendido em multimarcas antes de se tornar marca própria e franquia, a aceitação dos produtos diretamente nas lojas funciona diferente", ressalta.afinidade com a filosofia de vida é importante Said Rosária Godinho Freire trabalha há 11 anos como terapeuta corporal e, desde o ano passado, procurava um empreendimento que tivesse afinidade com a sua filosofia de vida. "Queria estar dentro de um negócio que me desse retorno financeiro sem que abandonasse os princípios do meu trabalho de terapeuta", conta. A empresária, que inaugurou a franquia no Shopping Praia da Costa, Espírito Santo, acrescenta que o diferencial da marca está no layout da loja e no conceito de trabalhar com produtos ecologicamente corretos. "Os vendedores foram treinados para conhecer a origem dos produtos e a história da marca", afirma.

Contador há mais de 20 anos, Sérgio Batista Paz deixou o trabalho contábil de lado e começou a procurar um negócio para investir que apresentasse alguma novidade. "Sempre pensei em atuar no comércio, conheci a Goóc na última feira da Associação Brasileira de Franshising, em São Paulo, e o que me chamou atenção foi o conceito da marca", conta. Em novembro, o empresário inaugurou uma franquia no Shopping Center Lapa, na capital paulista. "Mais de 70% dos clientes são homens e o tíquete-médio tem sido de R$ 120", diz.

Fonte: JORNAL DO COMMERCIO

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Franquia de vestuário tem grande interesse em Santa Catarina

Quem deseja investir no segmento de vestuário, mas foge de negócios muito comuns deve conhecer a opção oferecida pela franquia da rede da marca Tevah, sinônimo de moda masculina de qualidade e bom gosto.

A empresa, que tem 19 lojas no Rio Grande do Sul e mais uma em Brasília, é líder em seu segmento nas cidades em que atua. Pesquisas independentes indicam que um em cada quatro homens procuram as lojas da rede quando precisa comprar de uma camisa a um casaco de couro; do jeans às cuecas ou meias; do sapato ao terno pronto ou sob medida.

Este negócio bem sucedido, criado há 49 anos pelo casal Israel e Eliza Tevah, chamou a atenção da também gaúcha Top Marcas e Franquias. “Assim que conhecemos a empresa a fundo, não tivemos dúvida: é uma marca que cabe em qualquer cidade brasileira e nada melhor que o sistema de franquias para consolidar esta expansão”, explica o executivo Valdimir Portz, que, por meio da Top, adquiriu, em fevereiro deste ano, o direito de pilotar a venda de franquias.

A franquia Tevah conta com importantes diferenciais competitivos, além do fato de ter quase cinco décadas de mercado. “É um negócio de alta rentabilidade para o franqueado, o que resulta na diminuição do prazo de retorno do investimento”, ilustra Portz. “A rede trabalha com fornecedores licenciados que oferecem preços e prazos atraentes. Cerca de 40% do estoque é consignado”. No entanto, o grande chamariz do negócio é o Sob Medida High Tech, um serviço único em toda a América do Sul que é sucesso na rede há mais de oito anos. Em resumo, é a tecnologia a favor da elegância e do conforto do cliente.

O Sob Medida High Tech conseguiu reunir o sonho de todos: o de fazer trajes, calças, camisas e artigos de couro verdadeiramente personalizados, com prazo de entrega ágil e por preços surpreendentes, já que custam praticamente o mesmo o que as boas lojas de moda masculina cobram por produtos prontos, de boa qualidade, mas sem o caimento perfeito que o Sob Medida High Tech consegue oferecer. Esse é o diferencial que faz das franquias Tevah um dos negócios de melhor perspectiva de rentabilidade e de futuro em novos mercado, na avaliação de Portz.

O negócioUma loja-conceito, que pode ser instalada em shopping ou na rua, deve medir , pelo menos , 70m2. O investimento médio em uma unidade é de R$ 120 mil. “A taxa de franquia varia de R$ 25mil a R$ 80 mil ( depende da cidade e interesse da rede) e os royalties são fixos. O valor deste aporte mensal é definido após um criterioso estudo”, ressalta o executivo da Top. O prazo de retorno do investimento varia de 18 a 24 meses, um dos melhores e mais rápidos do mercado.A rede trabalha com um perfil definido de franqueado. Na visão do executivo, ele precisa estar totalmente envolvido com o negócio, ter penetração da comunidade à qual pertence e gostar do mundo da moda.

A franquia Tevah trabalha com o BB Franquias, linha de financiamento do Banco do Brasil. “As taxas são inferiores a 1% ao mês. O franqueado tem até quatro anos para pagar e conta com um ano de carência”, acrescenta Portz.O franqueado conta com suporte total da franqueadora. O apoio é intenso desde a escolha do ponto até os primeiros dias de funcionamento da loja. A cada dois meses, toda a equipe – caixas, gerentes, franqueado e consultores de moda - participa de treinamentos de atualização que abordam, entre outros assuntos, tendências de moda e estratégias para potencializar o desempenho da unidade.

A rede conta ainda com os serviços de grandes agências de propaganda que produzem diversos materiais de divulgação – todos disponibilizados aos franqueados. Também trabalha com modernas técnicas de gestão de varejo e um software especial que permite uma administração detalhada da loja.

Fonte: Em Pauta Comunicação

AKAKIA faz bons negócios na Feira da ABF

Durante o primeiro dia da Feira da Associação Brasileira de Franchising, que reúne mais de 200 expositores de todo pais e do exterior em São Paulo, a AKAKIA teve destaque especial. Localizada na entrada da feira recebeu centenas de pessoas do Brasil inteiro interessadas em abrir franquias. Segundo o diretor da empresa, Guilherme Jacob, o primeiro dia do evento foi bastante positivo. “Nossa intenção é expandir a AKAKIA para o mercado externo e apenas em um dia já surgiram boas propostas”, completa Jacob.
A intenção do franqueador em 2008 é inserir a AKAKIA em outros continentes, como Europeu e asiático, onde já existem investidores interessados.Em apenas dois anos de mercado a empresa já conta com uma linha superior a 300 itens femininos, masculinos e infantis. A marca aproveitou a feira para comemorar os dois anos de existência no mercado e lançar produtos para o consumidor. Entre as novidades estão os óleos de banho e massagem com fragrância de Castanha do Brasil, calêndula e amêndoas doces.
Outros produtos que estão sendo apresentados em primeira mão no evento são o gel para cabelos masculino e o gel pós barba, produtos que vêm em uma embalagem preta e prata e dão um ar de sobriedade.Sucesso reconhecido em todas as regiões do Brasil, a AKAKIA conta com 110 pontos de venda. Após uma análise minuciosa do mercado, com estudos detalhados os concorrentes, métodos de vendas e posicionamento de marca, a empresa surgiu como franquia e adotou o sistema híbrido, no qual o franqueado atua em várias frentes de venda, porém com o método de franquias como carro-chefe.
“O sistema de franquia no Brasil possibilita um crescimento ordenado, onde cada franqueado qualifica a chegada da AKAKIA na sua região, ou seja, a franquia possibilita que o empreendedor possua sócios em todos os cantos do Brasil”, explica Jacob.
Atualmente, existem pontos de venda no Distrito Federal e em 19 estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Pará, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão, Bahia, Paraná, Pernambuco, Sergipe, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas, Paraíba e Ceará.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

CIRCULAR DE OFERTA DE FRANQUIA

Por Luciana Marques de Paula - Advogada - Site ABF

A Circular de Oferta de Franquia, também conhecida por COF, é o documento usado pelo franqueador para fornecer as informações comerciais, financeiras e jurídicas da sua franquia para investidores interessados em adquirir e operar uma franquia de sua rede. Este documento é formal e deve ser entregue pelo menos dez dias antes da assinatura do pré-contrato de franquia, caso o candidato realmente decida investir na franquia em questão.

A Circular de Oferta de Franquia estabelece as regras do jogo.
O artigo 3º da Lei 8955/94 traz claramente os requisitos legais que deverão conter na Circular de Oferta de Franquia. Estes requisitos deverão ser observados com critério para não ensejar nenhum motivo de rescisão de contrato, pois se trata de uma exigência legal com disposição de penalidades para o seu descumprimento.

Com o advento da Lei 10406 - 10/1/02, houve um certo rigor nas relações comerciais, no que diz respeito à boa fé e as leis que regem o mercado (art. 113 NCC).
O franqueador não deve prometer o que não pode fornecer, não deve omitir e nem falsificar dados, não pode ampliar informações e não deve criar expectativas irreais aos candidatos à compra da franquia.
Caso contrário, o franqueador corre o risco de ser responsabilizado pelo franqueado lesado - se ficar comprovado que as informações constantes da Circular de Oferta de Franquia não eram verdadeiras, a indenização deve ser paga.

A falta de entrega da Circular de Oferta de Franquia pelo franqueador ao franqueado pode gerar conseqüências graves, tais como: anulação do contrato de franquia, devolução de todas e quaisquer quantias, devidamente corrigidas que por ventura tenham sido pagas ao franqueador ou representante por ele indicado, além das perdas e danos. É importante notar que nenhum valor deve ser pago ao franqueador antes do recebimento da Circular de Oferta de Franquia. Caso isso esteja sendo exigido pelo franqueador, tenha certeza que o mesmo já está começando uma relação sem seguir as regras estipuladas pela lei de franchising.

A proposta de alteração da lei 8955/94 dispõe que a Circular de Oferta de Franquia será escrita em língua portuguesa, trazendo esta grande novidade em razão do grande número de franqueadores estrangeiros interessados em expandir seu negócio aqui no País. Portanto, é de grande valia que além da linguagem simples e acessível, que seja também, escrita em português.

Ao analisar a Circular de Oferta de Franquia, deve-se considerar o atendimento aos requisitos legais e as praxes do mercado, tendo sempre em mente a posição do franqueador, quanto à:
- Solidez de sua empresa, com referência aos balanços contábeis (o último balanço da rede deve ser anexado à Circular de Oferta de Franquia), quadro societário e pendências jurídicas;
- Descrição do negócio franqueado, com referência à exclusividade de território, concorrência após o término do contrato, características do 'Franqueado Ideal', o valor do investimento e o prazo de retorno, relação dos franqueados ativos e desligados da rede e canais de comunicação da rede com seus franqueados;
- Condições contratuais para a sucessão pós morten (caso de morte entre os quotistas) e empresária, aplicação do direito de preferência, a possibilidade de possuir mais de uma unidade;
- Serviços a serem prestados, como o suporte oferecido durante a vigência do contrato, e a especificação das taxas necessárias para seu ingresso e remunerações periódicas
- Royalties e Fundo de Propaganda;
- Histórico resumido da franquia e o registro da marca no INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

Cabe ressaltar ainda que esse leque de informações foi ampliado nas propostas de alteração da Lei 8955/94 que será encaminhada ao Congresso Nacional. Entre outras alterações, a Nova Circular deverá explicitar as regras de transferência ou sucessão; locação e sublocação; condições de renovação e indicação do prazo contratual; cota mínima de produtos, política de preços ao consumidor, existência de conselho ou associação de franqueados com detalhamento de competência para gestão e fiscalização da aplicação dos recursos de fundos existentes. O franqueador também deverá ter o cuidado de analisar rigorosamente o perfil do candidato, evitando surpresas desagradáveis.
É recomendável que essa análise inclua, além da capacidade financeira, os aspectos psicológicos do candidato. Afinal, ele deve ser uma pessoa emocionalmente segura e comprometida com a continuação do seu negócio.

De qualquer forma, para o ingresso ao Sistema de Franchising, é necessário que o interessado e o Franqueador analisem não somente o que está escrito na Circular de Oferta de Franquia, mas também tenham o cuidado de buscar conhecimentos técnicos e empíricos, de preferência sem abrir mão da assessoria de um profissional especializado na área.

sábado, 20 de outubro de 2007

Lucro do McDonald´s cresce 27% no terceiro trimestre

O lucro líquido da rede de lanchonetes McDonald`s aumentou 27% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre julho e setembro de 2007, a rede teve ganho líquido de US$ 1,07 bilhão, ante US$ 843 milhões de igual período do ano anterior.

O lucro por ação subiu de US$ 0,68 para US$ 0,89. A receita no terceiro trimestre somou US$ 5,9 bilhões, com alta nominal de 7% e de 3% se for desconsiderado o efeito da variação cambial. Levando em conta o desempenho das lojas abertas abertas há pelo menos um ano, as vendas cresceram 6,9%.

Além de citar o bom momento das vendas nos EUA, o McDonald`s destacou o crescimento de 11,4% nas venda da região que engloba Ásia, Pacífico, Oriente Médio e África.

Fonte: G1

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Franchising – Uma nova alternativa empreendedora

Por Marcelo Cardozo

O ato de empreender não é tarefa simples em nosso País. Alta carga tributária, juros proibitivos para o investimento em produção e relações trabalhistas arcaicas são alguns dos fatores cruciais para a dificuldade de iniciar um negócio e, principalmente, mantê-lo.

Assim, a franchise se torna uma alternativa empreendedora bastante viável e promissora, pois alia a vontade do franqueado de ter um negócio próprio à intenção do franqueador de expandir um formato comercial que já deu certo.

Entretanto, sobre essa aparência de plenos benefícios se esconde uma operação complexa e rebuscada, que necessita da atenção de ambas as partes, a fim de que o sonho não se torne um pesadelo, com desdobramentos de todos os tipos, inclusive de cunho judicial, o que por si só já denegriria a imagem do empreendimento como um todo.

Primeiramente, o franqueador deve ter muito claro o perfil do seu franqueado, visando um processo de seleção salutar e eficiente, pois para a franchise é essencial a adequação do franqueado ao sistema, em razão da característica extremamente pessoal que permeia o negócio. Por outro lado, cabe ao franqueado se conhecer e saber a qual negócio ele melhor se adaptaria.

As partes devem transparecer e se cientificar de todos os termos do negócio, que deve ocorrer oficialmente, através de um documento denominado Circular de Oferta de Franquia, onde deverão estar expressos os benefícios consistentes, no mínimo, pela orientação e treinamento do franqueador.

Igualmente importantes são as informações financeiras do negócio, como orçamento para o investimento inicial, demonstração do retorno de investimento, essa deve estar devidamente respaldada em dados técnicos como pesquisas de mercado, mas principalmente ter base na experiência do franqueador.

Outro aspecto crucial a ser salientado, ainda na Circular de Oferta de Franquia, são as despesas mensais a que o franqueado se comprometerá, essas, por sua vez, suportarão a manutenção da consultoria pelo franqueador no tocante ao treinamento de pessoal, orientação executiva aos administradores, despesas com publicidade e propaganda institucionais.

A remuneração ao franqueador consiste, geralmente, em taxas fixadas sobre o faturamento da franqueadora, sendo a mais comum a denominada royalty, apesar de que essa remuneração se relaciona mais corretamente à cessão ao direito de exploração do uso da marca, mas pode prever outras destinações.

Finalmente, sabe-se que os documentos jurídicos relacionados à franchise ou franchising, devem ser extremamente bem redigidos, sendo esses a já mencionada Circular de Oferta de Franquia, o eventual pré-contrato e o contrato propriamente dito.

Todas as etapas e entabulamentos da negociação devem estar mencionados em linguagem clara, esses instrumentos devem ainda prever eventuais entroncamentos negociais, pois, caso não estejam bem dimensionados, podem se tornar inviabilizadores do empreendimento como um todo.

Essas previsões devem existir, visando reduzir os riscos da franquia comercializada. Pois em todo empreendimento há um grande investimento em jogo, muitas vezes, tratando-se da economia de uma vida inteira.

O sucesso na franchise dependerá muito mais da colaboração firme e ética entre franqueador e franqueado que propriamente da força de penetração mercadológica da marca, pois esta não resistiria aos dissabores de uma mal estruturada franquia.

Franqueados Contém 1g comemoram aumento significativo de faturamento

A Contém 1g, marca líder em maquiagem jovem no Brasil, expande sua rede pelo Brasil por meio do sistema de franchising. Atualmente, conta cerca de 200 unidades – entre lojas e quiosques.

A franqueadora lança novos produtos quase todos os meses e, recentemente, reformulou totalmente o visual de suas lojas para atender um novo nicho de mercado: mulheres na faixa dos 30 anos.

O investimento na rede vem refletindo positivamente nas unidades franqueadas. Márcia Mendes Miguel comprou a franquia do Shopping Center Vale, na cidade paulista São José dos Campos, em janeiro deste ano. A unidade já estava em funcionamento, mas o faturamento não agradou a nova franqueada. “Eu e minha sócia – Marta Santa Cruz - acreditávamos na marca e na boa qualidade dos produtos. Acreditamos na missão do franqueador e entramos de cabeça”, lembra. “Comparando o faturamento de junho de 2006 e o de junho de 2007, nota-se um aumento no faturamento da loja de mais de 70%”.

Quando tornou-se franqueada, Márcia acionou sua rede de relacionamentos para atrair mais pessoas para a loja. “Também investimos na reforma do layout da loja, em treinamento das funcionárias e consolidamos um plano de mídia e marketing – tanto institucional como promocional”.

A franqueada foi além: “Fizemos contatos com empresas para promover vendas in-company e cursos de auto-maquiagem. Começamos a participar de feiras e exposições e patrocinamos alguns eventos da cidade. A idéia foi ir atrás do cliente e não ficar na loja esperando que ele venha a nós”.

A experiência positiva motivou Márcia e a sócia a abrir uma segunda unidade no próximo mês (outubro) em outro shopping de São José dos Campos, o Vale Sul Shopping. “Temos planos de abrir uma terceira loja no próximo ano em Taubaté, outra próspera cidade do Vale do Paraíba”, finaliza Márcia.

Mais empolgação em Juiz de Fora - A unidade Contém 1g instalada no Shopping Santa Cruz, em Juiz de Fora, praticamente dobrou o seu faturamento – comparando dados de junho de 2006 com julho de 2007. Nara Cataldo é franqueada Contém 1g há onze anos e se diz uma ‘encantada’ pela marca e os produtos que comercializa.

Sobre o aumento significativo de faturamento, Nara credita à motivação de sua equipe, considerada por ela “alegre e integrada” e o atendimento prestado às clientes, sobretudo no que se refere à maquiagem. “Cliente parou na vitrine já ganha um sachê e um sorriso”, conta. “Estamos sempre em busca de novos clientes e oportunidades para que as lojas se tornem cada vez mais fortes”.

Nara possui três lojas na cidade. Em março do próximo ano, abrirá um quiosque em um shopping que está em construção.

Fonte: Franquia Notícias

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Linhas de crédito para abertura de franquia

Abaixo estão as linhas de crédito disponível no Brasil voltada para o sistema de franquia :

BANCO DO BRASIL
BB Franquia: É um Programa destinado a apoiar as empresas do segmento de franquias. Por meio de um convênio assinado entre a franqueadora e o Banco, as unidades franqueadas têm acesso aos produtos e serviços do BB, entre eles linhas de crédito para capital de giro, financiamentos de investimentos, e outras soluções.
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CAIXA ECONOMIC A FEDERAL
Franquias da Caixa: oferecidos produtos como capital de giro, antecipação de receitas, financiamento para investimentos, empréstimo consignado, folhas de pagamento, cobrança bancária, entre outras. As linhas de crédito para os franqueadores vão atender desde micro até empresas de grande porte, que poderão financiar de R$ 20 mil até R$ 2 milhões, valor pago em até 60 meses. As taxas de juros variam de 0,83% am a 3,53% am. O objetivo do banco é ampliar sua participação no mercado de crédito e fomentar o segmento de franquias. A Caixa colocará à disposição R$ 27 bilhões em 2006 para crédito à pessoa jurídica - 65% mais do que orçamento deste ano. Do total, R$ 2 bilhões serão destinados para investimentos. A idéia é ter três mil agencias ofertando o credito.
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Jovens investem no mercado de franquias

Falta de oportunidade em empresas fazem jovens investirem no mercado de franquias.

As franquias estão entre as boas opções de negócios para quem deseja contar com o suporte de uma empresa já consolidada no mercado. Exemplo disso, é a rede de franquias Kumon, que está há 30 anos no Brasil e tem toda a infra-estrutura necessária para apoiar os empreendedores iniciantes.

Se o maior patrimônio de uma empresa é a marca, o Kumon, já se tornou referência na área educacional, oferecendo cursos de Matemática, Português, Japonês e Inglês para mais de 4 milhões de alunos em todo o mundo, sempre com muito sucesso nos resultados.

Algumas características como competência, motivação, criatividade, objetivos, metas claras e predisposição são essenciais para a fórmula do sucesso, por isso, jovens que buscam liberdade e se identificam com a prática de empreendedorismo, estão tendo destaque na rede.

É o caso da orientadora Adriana Gallego, da unidade Parque São Lucas na Zona Leste de São Paulo, que abriu sua unidade aos 23 anos. O amor pela Matemática e a vontade de ter um negócio próprio levaram a jovem a desistir de seu emprego e encarar um novo desafio. "Conciliar a Matemática com a oportunidade de ter independência foi muito bom para o meu crescimento pessoal e profissional", afirma Adriana.

Formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Pedagogia, atualmente, dois anos depois da inauguração, Adriana tem 25 alunos entre as disciplinas de Matemática e Português.

Quando questionada sobre o segredo do sucesso revela: - "É preciso ter pé no chão, ser realista e batalhar muito, mas o esforço vale a pena. Me sinto realizada, pois consegui adquirir responsabilidade, independência e o reconhecimento das pessoas".

Fonte: Correio de Uberlandia On Line

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Mundo Verde chega à Amazônia

Primeira franqueada da rede de produtos naturais e orgânicos na Região Norte será aberta, em Belém (PA). É a 112ª loja da rede no Brasil e em Angola.

A maior rede de produtos naturais e orgânicos e bem estar da América Latina está de malas prontas para desembarcar na Amazônia. A primeira loja Mundo Verde no norte do país e a 112ª da rede será inaugurada nesta quarta-feira, dia 5 de setembro, em Belém do Pará, com uma programação especial. Durante todo o dia, os clientes receberão bolas personalizadas e, ao longo da semana, poderão degustar produtos naturais e orgânicos e participar de sorteios de brindes.

Na noite desta terça, dia 4, véspera da abertura, um jantar vegetariano para convidados especiais no vizinho restaurante Mãe Natureza servirá pratos típicos regionais: vatapá e caruru naturalista, almôndegas de soja, panquecas de proteína vegetal, nhoque de macaxeira e baião de lentilhas. Tudo acompanhado de sucos de cupuaçu e bacuri. O grupo vocal Arte e Voz dará o tom da noite, com um repertório de músicas de meditação.

A primeira loja Mundo Verde na Região Norte está situada na Travessa 1º de Março 374, próxima da Presidente Vargas, uma das principais avenidas do Centro de Belém. A loja possui 120 metros quadrados, distribuídos em três ambientes, com foco em nutrição especial, remédios fitoterápicos, livros, CDs e produtos relacionados a terapias alternativas.

A nova franqueada do Mundo Verde é a empresa Casa do Natural, a mais antiga loja do segmento na cidade, que teve início há 20 anos, quando nascia também o Mundo Verde. Hoje, a rede de produtos naturais e orgânicos que mais cresce no Brasil conta com 112 franqueados em 11 unidades da federação, além de uma master franquia em Luanda, Angola.
Mais sobre o Mundo Verde - Ao longo das últimas duas décadas, o Mundo Verde se consolidou como o precursor na proposta de desenvolver o conceito de vida saudável no mercado de varejo brasileiro. A primeira loja foi aberta em 1987, na cidade de Petrópolis, Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, com apenas um funcionário. Seis anos depois, a empresa optou pelo sistema de franchising para expandir seus negócios.

A filosofia “verde” de viver ganhou tantos adeptos que a rede cresceu e já está presente nos estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo, além de Brasília. No Rio, onde se concentra dois terços da operação da rede (76 lojas), foi criado ainda o segmento de lanchonetes Mundo Verde Sucos, já com três unidades, em parceria com grandes academias de ginástica da capital. Em março de 2007, foi iniciado o processo de internacionalização da marca, com a instalação de uma franquia master em Luanda, Angola.

Planos de expansão - Atualmente, o Mundo Verde mantém seu ritmo de crescimento e planeja abrir dez unidades por ano até 2010. Até dezembro de 2007, pretende chegar a 120 unidades. Ainda em setembro, além de Belém (Pará), será inaugurada a loja de Petrolina, a quarta no Estado de Pernambuco – as outras três funcionam em Recife. Ainda no Nordeste, serão abertas mais duas franqueadas: uma em São Luiz (a primeira no Estado do Maranhão) e outra em Salvador (a sexta na capital baiana).
Em São Paulo, onde já existem 10 lojas, o crescimento deve chegar a 50% este ano, com a previsão de abertura de cinco novas unidades: Mogi das Cruzes, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba. O volume total de investimentos nesta fase de expansão está avaliado em R$ 1,8 milhão no Brasil.

O Mundo Verde também prosseguirá a operação internacional com a abertura da segunda unidade na capital angolana. O investimento total previsto é de US$ 1 milhão. Nos próximos 12 meses, a expectativa é impulsionar o crescimento no mercado externo, por meio da Organic Life, braço exportador do Mundo Verde. Há previsão de abertura de novos franqueados na Europa, inicialmente em Portugal.

Conceito de vida saudável - “Nosso objetivo é oferecer conceito em alimentação e não simplesmente produtos alimentícios naturais (light, diet, integrais, sem glúten, sem lactose etc.) e orgânicos (livres de agrotóxicos)”, afirma Isabel Maria Antunes Joffe, sócia-fundadora da rede.

Para isso, os vendedores são treinados para dar informações nutricionais e deixar os consumidores à vontade, em um ambiente que estimula o relaxamento, com música e incensos.
A empresa também enfatiza os princípios ecológicos, o comércio justo, o consumo consciente e a responsabilidade social, cultural e ambiental, por meio da promoção de campanhas periódicas de sensibilização. Uma sacola feita de juta (fibra de origem vegetal), que incentiva o cliente a dispensar o uso de sacolas plásticas em suas compras, tornou-se o símbolo da campanha em defesa do consumo consciente. Desde que foi lançada, em 2006, a bolsa Mundo Consciente já vendeu mais de 5 mil unidades.

“O Mundo Verde possui, na essência de sua existência, valores de qualidade de vida e consumo consciente que, em nossa opinião, serão os maiores atributos competitivos das empresas neste século. Nosso conceito e filosofia formaram uma perfeita união com os anseios dos clientes, que entram em nossas lojas essencialmente para compartilhar ideais”, afirma Jorge Antunes, sócio-diretor da franquia.

Como tudo começou - A marca Mundo Verde surgiu do interesse de Isabel Antunes Joffe pelos alimentos naturais e orgânicos e pela ecologia. Ela vislumbrou a necessidade de um mundo zen 20 anos atrás, quando começou a se informar sobre alimentação natural para criar suas filhas de forma saudável e o assunto passou a ser primordial em sua vida.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Uno&Due negocia abertura de mais 20 unidades

Meta é chegar ao final de 2007 com 72 lojas.

Estratégia de expansão inclui desde mudança no visual da loja até a chegada de novos parceiros na sociedade, como o grupo CNA, de escola de idiomas.

A rede de padaria express Uno&Due preparou um grande projeto para acelerar sua expansão no país, com foco em São Paulo e Rio de Janeiro. A meta é negociar, até o final do ano, mais 20 unidades. Hoje são 52 em quatro estados (Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo).

O plano de crescimento projetado tem várias etapas, envolvendo desde a área de recursos humanos, passando pela mudança do visual das lojas até chegar à administração da rede. O grupo CNA tornou-se sócio, dando ainda mais força ao negócio. A gestão da Uno&Due, porém, permanece independente, com os empresários Fábio Bodra e Bruno Prada no comando. Uma parceria com uma empresa de estratégias de franchising também foi fechada, com o objetivo de estudar regiões em potenciais para receber novas unidades da marca.

Outras estratégias estão sendo realizadas. O mix de produtos oferecidos pelas unidades está sendo padronizado e o cardápio para toda a rede, alinhado. 'As mudanças foram debatidas com os franqueados em um encontro nacional. Aproveitamos a ocasião também para a troca de experiências entre os franqueados de diversas localidades, visando ao crescimento', diz Márcia Cuder, gerente de novos negócios da Uno&Due. O permanente treinamento de funcionários também faz parte do plano de expansão.

Fonte: ABF

Na contramão do mercado, CNA aposta em franquia de outro segmento

Enquanto o mercado anuncia a fusão de redes de franquias do mesmo segmento, caso da China in Box e Gendai, no setor de gastronomia asiática, da Wizard e Skill, no setor de ensino de idiomas, e da Saraiva e Siciliano, no setor de livraria e papelaria, o CNA, rede de ensino de idiomas, aposta em estratégia diferenciada e realiza fusão com a rede de padarias Uno & Due.

"Nos dias atuais, o investimento em múltiplos negócios gera estabilidade para o franqueador em qualquer cenário de mercado, garantindo segurança e solidez a todos os seus empreendimentos e, conseqüentemente, a todos os seus parceiros", explica o presidente do CNA, Luiz Nogueira da Gama Neto.

O executivo acredita também que a fusão com negócios diferenciados evita insatisfação por parte dos franqueados devido à possível concorrência que pode surgir ao investir em grupos do mesmo segmento. "Como franqueador de uma rede de ensino de idiomas, a diversificação me pareceu o caminho ideal por diversos motivos, mas principalmente para não gerar concorrência interna com nossos franqueados", comenta Gama, lembrando já ter negado, por diversas vezes, ofertas de compra de marcas concorrentes em seu segmento de mercado. "Uma boa parceria ganha-ganha me parece mais adequada entre franqueadores de segmentos diferentes, que possam contribuir entre si e oferecer mais produtos e serviços aos seus consumidores que, muitas vezes, são os mesmos, como é o caso do CNA e Uno&Due".

Apesar da fusão, CNA e Uno & Due atuam com operações independentes. No entanto, haverá uma sinergia na área de inteligência de mercado e o CNA contribuirá com o know-how em expansão da rede no setor de franquia, para que a rede de padarias possa alcançar outras regiões do País e, conseqüentemente, aumentar o número de unidades.

Além disso, ações de marketing poderão ser realizadas em conjunto pelas duas redes. "Neste processo, ganhamos também velocidade de mercado com a sinergia gerada através de ações realizadas entre as marcas. As possibilidades são infinitas quando pensamos em estratégias de divulgação conjuntas", conta o presidente do CNA. Somente em são Paulo, cerca de 30 mil pessoas passam diariamente pelas lojas da Uno & Due, um bom exemplo que revela oportunidades de negócios para o CNA realizar ações de marketing dentro desses pontos.

A rede de padarias, por sua vez, poderá, além de realizar ações de marketing nas unidades do CNA, oferecer aos franqueados dessa rede a oportunidade de ter lanchonetes Uno&Due dentro das escolas. Ambas empresas já realizam ações de marketing esportivo em conjunto, como o patrocínio do piloto Felipe Gama, na categoria Copa Nextel Stock Car 2007.

Para o empresário, neste momento, a prioridade é consolidar a parceria recém formada com a Uno&Due. "Mas é claro que estamos abertos a novas oportunidades de negócios. O mercado de franchising é extremamente dinâmico e cresceu 11% no ano passado, bem acima da média da economia nacional. Existem muitas oportunidades em segmentos diferenciados. Quanto à concorrência em nosso segmento de ensino de idiomas, creio que é mais interessante mantê-la 'fora de casa' e fortalecer nossa rede franqueada como um todo".

Fonte: ABF

O shopping Iguatemi de São Paulo é condenado por práticas abusivas

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) condenou no último dia 04, por práticas abusivas, o Shopping Iguatemi, de São Paulo.

O shopping foi multado em 2% de seu faturamento bruto do ano de 1996 por manter em seus contratos com os lojistas cláusulas de exclusividade e de proibição de abertura de outra loja de uma rede num raio de dois quilômetros do shopping. A Lei de Defesa da Concorrência (nº 8.884) prevê a aplicação de multas de acordo com o ano anterior ao inicio das investigações. Os contratos do Iguatemi com os lojistas são investigados desde 1997.

O conselho vai recomendar ainda à Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça, que investigue se outros shoppings de São Paulo mantêm essas mesmas regras em seus contratos.

Esta decisão é uma vitória para o setor de franchising e para a ABF que desde o início defendeu os direitos de seus associados, mostrando-se contrária à proposta do Shopping Iguatemi e tomando as medidas necessárias junto aos órgãos competentes.

A ABF teve uma participação bastante ativa no conselho do CADE, apresentando uma defesa formal, indicando que a decisão favorável abriria precedentes de um monopólio. Segundo a ABF "estamos sempre em busca de soluções para quaisquer que sejam os problemas que venham afetar o sistema direta ou indiretamente. Essa participação cada vez mais ativa nas questões administrativas e econômicas do País tem nos tornado um setor forte e representativo".

Com o fim das exigências impostas pelo shopping, ganham o setor de franchising, os lojistas, os empreendedores e a sociedade que tem respeitado o seu direito de escolher onde e como gastar o seu dinheiro.

Fonte: ABF

HAVAIANAS TERÁ LOJA EXCLUSIVA EM PARIS

Fonte: Agência O Estado

Paris será o próximo endereço. O sucesso da loja exclusiva para venda de sandálias Havaianas, montada por seis meses durante a última temporada de primavera/verão na costa francesa de Saint-Tropez, estimula a nova investida, por iniciativa da representante local da marca brasileira, Chantarl Barrat. Mesmo sem a retaguarda da fabricante da sandália de borracha que virou caso mundial de marketing - a Alpargatas -, cinco varejistas abriram este ano negócios dedicados a oferecer ao consumidor apenas o produto, numa espécie de franchising espontâneo.

A iniciativa dos pequenos varejistas brasileiros e até da representante da marca no exterior endossa o fato, apontado por analistas, de que a Alpargatas perdeu o timing para uma tendência que se consolida há algum tempo globalmente: a das lojas monomarcas criadas pelos próprios fabricantes para exibir toda a gama de modelos e possibilidades de uma grife consagrada pelo público.

Carla Schmitzberger, diretora da Unidade de Negócios Sandálias da Alpargatas, reconhece o avanço das lojas monomarcas como as da Nike, Puma, Reebok. E informa que finalmente a loja-conceito da Havaianas deverá sair do papel em meados de 2007. “A ampla distribuição do produto através de grandes atacadistas não nos permite controlar a exibição de toda a coleção”, diz. “Daí a necessidade de termos um espaço encarado mais como atividade de marketing para expor e dar visibilidade ao produto do que divisando resultado de vendas.” A loja será na região dos Jardins, em São Paulo.

O apelo de uma assinatura construída no inconsciente coletivo como um símbolo de brasilidade e respaldada por forte e constante investimento em publicidade, caso da Havaiana, justifica o risco dos varejistas de bancar o negócio sem apoio de um contrato de franquia.

Mas o caso das sandálias de borracha não é único. Os tênis de lona dos jogadores de basquete, produzidos no Brasil desde 1978 sob a chancela All Star, também estão ganhando comércio exclusivo. Há três meses, o empresário do ramo da confecção do Bom Retiro, em São Paulo, David San, inaugurou uma loja para vender todas as variações do All Star, algumas personalizadas com tachinhas e cristais. “Ele voltou da Europa encantado com o sucesso do tênis, pois aparecia nos pés de todo mundo, em qualquer situação”, conta o gerente da loja, José Carlos Arruda.

O fabricante brasileiro do All Star, que mantém há anos uma disputa na Justiça pela marca com a americana Nike, Berge Kahtalian, avisa que já há seis lojas nascidas por iniciativa de lojistas e mais três serão inauguradas até o fim do ano. Todas sem interferência da empresa, embora ele incentive o negócio e facilite e oriente os varejistas na formação de estoque.

“Não podemos avaliar ainda se será um negócio viável, já que os preços das Havaianas são mais populares aqui do que no exterior”, diz Rui Porto, diretor de Comunicação e Mídia da Alpargatas.
As lojas para venda exclusiva de Havaianas de que Porto tem notícia foram abertas em Porto Alegre, Santos, Itanhaém, Alphaville e São Paulo. “Acompanhamos gratificados esse movimento porque só reforça o sucesso da marca. Mas vamos monitorar a evolução para não descaracterizarmos o conceito.”

Com previsão de 160 milhões de pares vendido este ano, sendo 16 milhões no exterior, a política da Alpargatas para as Havaianas mantém a estratégia de atender aos mais diversos públicos e adicionar valor ao produto. No Brasil, há pelos menos 150 mil pontos-de-venda atendidos, na maioria, por meio de grandes atacadistas.

No exterior, a tática tem sido a de adicionar glamour à marca, tanto que alguns modelos desembarcam por lá primeiro e, às vezes, nunca chegam ao varejo no Brasil. Mas estarão presentes na loja-conceito.

“Tivemos 75 modelos em exposição, fora os que eram passíveis de customização na loja, caso da montagem com escolha de solado, de tiras e até da aplicação de cristais”, conta Chantarl Barrat, que vai repetir a experiência na próxima temporada em Saint-Tropez e abrir uma loja em Paris. Na primeira investida na orla francesa freqüentada por celebridades, foram vendidos 10 mil pares ao preço médio de 28.

Uma das primeiras iniciativas do gênero no Brasil, a Sandanas já está em dois endereços, em São Paulo - em Moema e Alphaville. E Carlos Alberto Michelene e a mulher, Sonia, já têm planos de expansão. “Nosso projeto é inaugurar mais duas lojas até o final do ano. Ele avalia que o negócio ficará rentável quando atingir a venda de 2 mil pares por loja, o dobro do volume atual. E isso mesmo considerando que o preço médio no Brasil é de R$ 22.

Para o consultor Marcos Gouvêa de Souza, não dá para prever o futuro das investidas. “É uma incógnita até prever margens de lucro adequadas para que o negócio se viabilize.”

MCDONALD'S REGISTRA PERDAS POR VENDAS DE FRANQUIAS NA AMÉRICA LATINA

WASHINGTON, 24 Jul 2007 (AFP)
Fonte: O Globo

O McDonald's registrou uma perda de 711,7 milhões de dólares no segundo trimestre de 2007, em relação a um lucro de 824,1 milhões no ano passado, devido à venda de algumas lanchonetes na América Latina.

O lucro por ação fora elementos excepcionais alcançou 71 centavos, conforme as previsões dos analistas e as anunciadas anteriormente pelo grupo.
A venda de franquias em 18 países da América Latina e do Caribe pesou no lucro por ação, a 1,31 dólar, afirma o comunicado oficial.
As vendas progrediram em 12%, a 6,01 bilhões de dólares, no curso do trimestre.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

McDonald's prepara terreno para disputar com Starbucks

Fonte: Valor Econômico

Recém-chegada no Brasil, a Starbucks, a mais famosa rede de cafeterias do mundo, terá de enfrentar um concorrente de peso no Brasil. O McDonald's, a maior cadeia de hambúrgueres do planeta, abriu os primeiros McCafés no mercado brasileiro há sete anos e vai acelerar a expansão dessa rede.
As cafeterias oferecem margens de lucro mais apetitosas do que as dos BigMacs. Hoje, já existem McCafés em 49 lojas do McDonald's no Brasil, a maioria em unidades próprias e no Estado de São Paulo.

A Arcos Dorados, empresa que comprou as operações do McDonald's na América Latina neste ano, pretende abrir mais seis cafés no Brasil ainda em 2007. Para 2008, estão previstos pelo menos outras 10 novas cafeterias.
O negócio de cafés é tocado à parte dentro da rede de fast-food, que hoje trata esta atividade como um segundo braço. E o potencial é grande. Só no Brasil, o McDonald's possui 544 restaurantes.

A investida da gigante do hambúrguer não assusta Maria Luisa Rodenbeck, a sócia brasileira da Starbucks, que possui hoje cinco lojas no país. "As duas empresas possuem conceitos, modelos de negócios bem diferentes", diz Maria Luisa, que é uma velha conhecida do McDonald's e é próxima tanto de Wood Staton, o CEO da Arco Dorados, como de Sergio Alonso, presidente da rede no Brasil. Peter Rodenck, marido de Maria Luisa, foi sócio do McDonald's no Brasil nos anos 70 e 80.

Mas, ao que tudo indica, o McDonald's está interessado no mesmo público da Starbucks e começa a adotar algumas iniciativas de marketing para dar um ar mais chique e sofisticado aos McCafés. A rede acaba de trazer um barista italiano para treinar os atendentes a servir o café, elaborado com grãos brasileiros. Pesquisas feitas pelo McDonald's mostram que o público dos McCafés não é o mesmo que freqüenta as lojas de fast-food. As pessoas são mais velhas - 68% estão na faixa entre 25 e 49 anos. A maioria é das classes A e B.

A Starbucks conta a seu favor com o charme das cafeterias, o que a transformou em referência no mundo. Na empresa, os executivos traduzem este diferencial como "experiência Starbucks".
A vinda da rede americana ao Brasil foi vista com ceticismo por alguns especialistas, que desconfiavam da aceitação do modelo de negócio - em especial dos preços, mais salgados. Maria Luisa prova com número que a Starbucks não está apenas dando certo. Está dando muito certo mesmo com poucas lojas. "Já ocupamos o quarto lugar no mundo no índice de atendimentos médio diário por número de loja", afirma.
Hoje, o Brasil só perde em número médio de atendimentos para os Estados Unidos, Japão, Canadá e Inglaterra. Neste indicador, o México está em 12º lugar mesmo com 150 lojas.

Em breve, a Starbucks brasileira pode subir mais um degrau no ranking com a inauguração de duas lojas na região da avenida Paulista, em São Paulo. Nos próximos dias, será aberta uma cafeteria no shopping Center 3 e, em outubro, será inaugurada uma loja em um antigo casarão na esquina da Alameda Santos com a Rua Campinas. Nesta, a loja terá o modelo "signature" (assinatura), ou seja, será completa e mostrará todo o conceito da empresa.

Franquia McDonald

Foi justamente o sistema de franchising que permitiu ao McDonald's se tornar a rede de restaurantes mais bem-sucedida do planeta

Líder absoluto no segmento de restaurantes de serviço rápido, com produtos de reconhecida qualidade, o McDonald's é hoje uma das melhores empresas para se trabalhar e a melhor franquia para se administrar. Afinal, ser uma das mais bem estruturadas organizações do mundo é certamente no mercado uma ótima opção de negócio.

Aliás, foi esse sistema de franchising que permitiu ao McDonald's se tornar a rede de restaurantes mais bem-sucedida do planeta, com mais de 31 mil restaurantes, presença em 118 países e um faturamento anual de US$ 45 bilhões. No mundo, cerca de 80% dos restaurantes são operados por franqueados. O McDonald's repassa ao franqueado todo o conhecimento desenvolvido e aperfeiçoado ao longo dos seus 50 anos de existência.

Para o McDonald's, o sistema de franquias é a forma predominante de mutuamente fazer bons negócios e garantir a satisfação total dos clientes. O franqueado passa por um treinamento intensivo e é o responsável pela administração do restaurante. Com uma operação de qualidade e disponibilidade de capital, o empreendedor pode ser proprietário de mais de uma franquia, além dos segmentos disponíveis (McCafé, Quiosques, Drive-Thrus, entre outros).

A força da marca McDonald's, o suporte tecnológico, o treinamento e a avaliação de qualidade de produtos e serviços constantes, sustentados por uma relação estreita entre franqueador, franqueado e fornecedores, possibilitam um negócio certo, com clientela garantida e excelente retorno de capital em qualquer lugar do mundo.Hoje, os franqueados são responsáveis por 22,7% do total de restaurantes McDonald's em operação.

Em 2006, o McDonald's foi premiado mais uma vez com o Selo de Excelência em Franchising, concedido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF).

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Nobel cria fundo de private equity

Fonte: Gazeta Mercantil - São Paulo, 12 de Setembro de 2007

Nova empresa Franchising Ventures vai atrair investimentos para marcas do grupo.

Integra do texto:
O sistema de franquias brasileiro encontrou mais um caminho para dar continuidade ao processo de consolidação pelo qual passa desde 2000: o fundo de private equity.
Foi o que fez a rede de livrarias Nobel quando decidiu criar o Franchising Ventures, um fundo voltado exclusivamente para investimentos em empresas franqueadoras. Constituído em março, com um capital inicial de R$ 55 milhões, a empresa começou a captação em julho e pretende alcançar o valor de R$ 36 milhões. "É mais uma alternativa de investir em franquias", afirma o diretor do Franchising Ventures, Sérgio Milano. Além da rede de livrarias, que deu início à empresa, cinco marcas de segmentos variados já foram incorporadas à central de franquias. São elas Benedixt, Centro Britânico, Café Donuts, Zastras e Camargo Mais, somando juntas 230 lojas. Três aquisições estão engatilhadas e devem ser anunciadas até o final deste ano. Além disso, a meta é que entre cinco e dez novas franquias sejam adquiridas até meados de 2009 quando começará a segunda fase dos planos da empresa: a oferta pública inicial de ações. "Temos recebido em média três ou quatro consultas por semana de empresas interessadas em fazer parte da Franchising Ventures", afirma.

O fundo fica com pelo menos 50% do capital da empresa, mas o fundador deve permanecer no negócio. "Esse é um dos princípios da franquia. Não queremos perder a pessoa que conhece o segmento, o mercado em que atua", diz Milano. O empresário não revela quanto pagou pela compra de participação nas redes, mas diz que está em busca de franqueadoras que já tenham pelo menos cinco lojas e com potencial de expansão. "A idéia é diversificar. Não importa o segmento", afirma Milano, embora admita que quanto maior a sinergia melhor.

Como funciona o sistema Comparando a estratégia ao sistema solar - sendo cada marca um planeta girando ao redor da central de franquias - Milano explica o funcionamento do negócio. "Cada planeta tem seus funcionários, suas despesas específicas. Mas o salário de uma pessoa que faz treinamento é pago por todos os planetas", diz.

Em busca de eficiência e sinergia muitas redes de franquias vêm realizando fusões, adquirindo concorrentes ou mesmo empresas de segmentos diferentes. Já passaram por esse processo as marcas de comida asiática China in Box e Gendai, as escola de idiomas CNA, Skill e a rede de lanchonetes Une & Due e a franqueadora Acerte Franchising, que detém as marcas Linha & Bainha, Quality Cleaners, Prima Clean e Quallità Lavanderia.

Outro exemplo recente foi a criação do Grupo Ornatus que administra as franquias de comida japonesa Jin Jin e a rede de acessórios Morana, que anunciou o lançamento de uma nova marca de acessórios voltada para o público jovem. "A criação do fundo deve ser observada dentro do cenário de consolidação do setor de franquias. É uma das formas de chegar ao objetivo final de ter sob o mesmo guarda-chuva, várias marcas", afirma o consultor Marcelo Cherto, do Grupo Cherto. Na opinião do consultor, um fundo específico para o segmento de franquias, impõe um pouco mais de respeito ao conceito que encontrou no Brasil terreno fértil para se desenvolver.

Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) dão conta de que em 2006, o mercado de franquias do País cresceu 11%, atingindo faturamento de R$ 39,8 bilhões. Segundo a entidade, existem no Brasil 1013 redes de franquias, que somam 62,5 mil lojas e geram 564 mil empregos. "Sempre se avalia o sistema de franquias pelo lado do franqueado, da ‘lojinha’, e se ignora o lado do negócio, do franqueador", diz Cherto.

A norte-americana Yum! Brands, por exemplo - proprietária de marcas como KFC, Pizza Hut e Taco Bell - se dedica exclusivamente ao segmento de alimentação e possui cerca de 35 mil restaurantes espalhados pelo mundo. A diversidade de segmentos é, segundo Cherto, uma dúvida em relação ao fundo Franchising Ventures. "Com negócios muito diferentes a sinergia é um pouco menor. Por outro lado, existe a vantagem de diluir riscos. Se um segmento não vai muito bem, há outros para contrabalançar", afirma o consultor. Sem aquisições, fusões ou sem o mecanismo de um fundo para unir as franquias seria difícil para as redes entrarem no mercado de capitais. "É preciso ganhar corpo", diz Cherto.

kicker: Constituído em março, com um capital inicial de R$ 55 milhões, o fundo pretende captar mais R$ 36 milhões no mercado (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 8)(Valéria Serpa Leite)

terça-feira, 11 de setembro de 2007

CURSO DE EXTENSÃO SOBRE FRANCHISING É CONFIRMADO!

FRANCHISING – EXPANDINDO SEUS NEGÓCIOS.

:: ÁREA DO CURSO
GESTÃO EMPRESARIAL

:: COORDENAÇÃO
PROF° CÍCERO HUMBERTO HENRIQUE MATOS

:: OBJETIVOS
Obter conceitos fundamentais sobre o Sistema de Franchising;
Entender o funcionamento de uma franquia;
Analisar o segmento de franquias no Brasil entendendo sua evolução e suas tendências;
Capacitar os participantes para o desenvolvimento de uma franquia como uma estratégia de crescimento de negócios.

:: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Módulo I
Entendendo o Franchising
O que é franchising?
Compreendendo os termos utilizados
Vantagens e desvantagens do sistema
Situação do Franchising no Brasil
Ética no franchising

Módulo II
Estudando a Viabilidade do Franchising para o seu negócio
Análise de franqueabilidade
Licenciamento ou franchising?
Os alicerces do franchising
o Planejamento
o Marca
o Percepção
o Coerência
o Posicionamento
o Disciplina
o Padrões
o Potencial de mercado
o Quebra de paradigmas
o Inovação
o Marketing
o Recursos

Módulo III
Formatando o Sistema de Franchising
Definição do tipo de franquia
Ponto de equilíbrio
Definição de taxas
Perfil dos franqueadores
Programa de treinamentos
Manuais de franquia
A importância do Script
Unidades piloto
Recursos e talentos humanos
Consultoria de campo
Expansão
Ponto comercial
Aspectos legais (Lei 8.955/94)

Módulo IV
Visitas técnicas
Duas opções nos segmentos:
Serviços (CNA)
Indústria / Comércio (Ortobom)

Módulo V
Mantendo o Sistema
Equilibrio na rede
Comunicação franqueado-franqueador
Administração de Conflitos
Participação
MARKETING

:: PÚBLICO ALVO
Profissionais do setor, potenciais franqueadores, potenciais franqueados, estudantes e todos que têm por objetivo conhecer e aperfeiçoar os seus conhecimentos sobre o Sistema de Franquia (Franchising).

:: METODOLOGIA
Apresentação dos principais conceitos e diagnósticos do segmento de franquias, utilizando estudos de cases empresariais, aulas expositivas, trabalhos em equipes e individuais e visita técnica a uma empresa franqueadora. Utilizar-se-á de meios áudios-visuais com data-show e filmes em DVD.

:: PERÍODO DE INSCRIÇÃO
Início 10/09/2007
Término 27/09/2007

:: PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Início 29/09/2007
Término 10/11/2007

Horário do Curso:
Sábado 08:00 às 12:00

Local de Realização:
FIC- Moreira Campos

Número de Vagas: 20

Investimento:
R$ 110,00 ou 1 + 1 de R$55,00 (cheque ou cartão)

Carga Horária: 20 horas/aula

:: DADOS DO PROFESSOR
PROF° FRANCISCO GUALBER CALADO BARROS
Administrador de Empresas formado pela Faculdade Integrado do Ceará, Especialista em franchising formado pela Franchising University – Grupo Cherto SP, Pós-graduando em MBA- Marketing Estratégico . Com experiência em formatação de franquias da rede CNA – Idiomas e atualmente é consultor de negócios e vendas do Grupo Ortobom.

:: INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Moreira Campos: Núcleo de Extensão
Rua Visconde de Mauá, 1940 - Aldeota Fortaleza/CE
Fone:(0XX85)4005-9980 / 4005-9962

Via Corpvs: Núcleo de Extensão
Rua Eliseu Uchoa Becco, 600 - Água Fria Fortaleza /CE

Fone: (0XX85) 4009-2634
E-mail: nex@fic.br

A FIC reserva-se ao direito de NÃO realizar o curso caso não haja formação da turma. Neste caso, a FIC restituirá o valor integral da inscrição mediante solicitação.

OBS.: Será conferido o certificado de participação ao aluno que obtiver freqüência igual ou superior a 75%.

http://www2.fic.br/site4/extensao/curso_dados.asp?ID=536

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

O Mestre do Franchising no Brasil

Foto: Eloy (Flytour), Gualber e Marcelo Cherto (Grupo Cherto)

No ano de 1999, fiz parte da 27ª turma do Programa de formação de Executivos de Franchising, promovidos pela Franchising University - Grupo Cherto.

Ao término do curso tive a grata satisfação de receber meu certificado das mãos da maior autoridade em franchising no Brasil o Ms. Marcelo Cherto Presidente do Grupo Cherto - Membro da Academia Brasileira de Marketing - Integrante do Global Advisory Board da Endeavor Global - autor de vários livros e de mais de 2000 artigos publicados no Brasil e no Exterior - fundador da Franchising University e da Associação Brasileira de Franchising - ex-professor da Fundação Getulio Vargas e do MBA-Varejo da FIA/USP - Mestre em Direito Comparado pela New York University, naquela ocasião fui ainda cerimoniado pelo presidente da franquia Flytour - maior emissora de bilhetes aéreos da América Latina o Sr. Eloy D"Ávila de Oliveira.

Marcelo Cherto, é um dos profissionais que mais admiro no segmento. Gostaria de sugerir seu blog pessoal http://marcelocherto.blogspot.com/ sempre atualizado e irreverente. Deve-se a ele o crescimento do Franchising no Brasil.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Loja do Galo chega ao centro de BH por meio de sua 1ª franquia

Por Luiza Oliveira
Belo Horizonte

O Atlético assinou, nesta quinta-feira, o primeiro contrato de franquia da Loja do Galo. O novo estabelecimento será inaugurado no Centro da capital mineira, com previsão para atender aos torcedores a partir de outubro. O presidente Ziza Valadares considera esse um passo importante para o clube e já pensa em estender o negócio, com a abertura de outras quatro lojas.

"Essa assinatura é fruto de um estudo meticuloso de mais de um ano e temos certeza que vai dar certo, concluímos que é o ponto ideal. As franquias são fundamentais para o Atlético, tínhamos uma loja e vamos passar a ter mais cinco em Belo Horizonte. Acho que assim vamos atingir o público alvo que é nossa imensa torcida", observou o dirigente.

A Loja do Galo funciona, no momento, em um único endereço, próximo à sede administrativa do Atlético-MG, no Bairro de Lourdes, na Zona Sul de Belo Horizonte. A primeira loja a ser instalada pelo sistema de franquia será na esquina das ruas Tupinambás e Rio de Janeiro, no centro da capital.

Segundo o dirigente, a próxima meta é a abertura de mais uma loja até o Natal, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Até 2008, deverão ser inauguradas outras três: na Savassi, no Barreiro, ambas na capital, e na vizinha Contagem. Para isso, foi fechada uma parceria com a empresa Francap (Franchising Capital Parters), que é responsável pela seleção dos franqueados.

O primeiro franqueado da Loja do Galo é Wagner Cardoso que há mais de 30 anos é comerciante no centro da capital mineira. Ele já trabalhou com casas noturnas e, hoje, além de ter lojas no ramo de lanchonetes e restaurantes tem atividades também no ramo de bijuterias.

Ele afirma que poder fazer parte do Atlético de alguma forma é a realização de um desejo antigo. "Sempre foi um sonho jogar no Atlético, mas a bola não foi suficiente e vou representar o clube de outra forma, com uma loja no Centro, que era um sonho também do meu filho. Graças a Deus estou confiante e esperamos ser felizes e retribuir a confiança da diretoria", afirmou Wagner.

Empresa da família Bin Laden quer construir cidades inteiras

Por Sebastian Tong

CINGAPURA (Reuters) - A incorporadora imobiliária Middle East Development, com sede em Dubai e controlada por um membro da família saudita Bin Laden, está adquirindo enormes terrenos no Iêmen, no Djibouti e na Síria para construir cidades inteiras.

A empresa quer se expandir além dos empreendimentos comerciais e residenciais e entrar no planejamento e construção de cidades de grande porte a partir da estaca zero.
"Há uma enorme necessidade de grandes desenvolvimentos na infra-estrutura para acomodar o rápido crescimento econômico e populacional", disse Oussama Al Dimashki, executivo-chefe da Middle East Development, em entrevista à Reuters na terça-feira.
Segundo ele, o crescimento econômico no Oriente Médio, na Índia e na China, entre outros lugares, está sobrecarregando as cidades existentes, que não foram planejadas para populações tão grandes.

"O futuro será do 'franchising' de cidades. Cidades inteiras que sejam dirigidas por empresas privadas ao invés de governos e burocracias", afirmou.

O grupo, controlado por Tarek Mohammed bin Laden --meio-irmão de Osama bin Laden, o líder da Al Qaeda-- está adquirindo 1.500 quilômetros quadrados de terra no Iêmen e cerca de 600 quilômetros quadrados no Djibouti, para construir duas cidades, que no futuro devem ser ligadas por uma ponte de 27 quilômetros ligando a África à Ásia.
"Quando se fala em colocar infra-estrutura, os aeroportos, as rodovias e os sistemas de saneamento básico, além dos empreendimentos residenciais e comerciais, estamos falando em centenas de bilhões de dólares", disse o sírio Dimashki.

O grupo, criado em 2004, também discute projetos na Síria, na Tunísia e no Marrocos.
Segundo ele, os terrenos seriam desenvolvidos e posteriormente loteados e vendidos a outros investidores.

A empresa atualmente administra um patrimônio de cerca de 280 milhões de dólares, principalmente no Barein e em Dubai. Mas o objetivo é diversificar.
"Nosso foco é sair de Dubai, porque achamos que Dubai está ficando menos lucrativa. Acho que há oportunidades muito mais lucrativas no Oriente Médio como um todo", disse o ex-professor de economia.

A Middle East Development também está negociando com uma incorporadora de Cingapura para construir um complexo residencial e comercial em uma cidade na China, e estuda também a possibilidade de investir em um projeto de escritórios e comércio varejista em Bangkok.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Oportunidade na rede McDonald's

O McDonald's realiza processo seletivo para a contratação de gerentes de plantão trainee para seus restaurantes. Há mais de 80 vagas para a Grande São Paulo, litoral e capital, Ribeirão Preto, Araçatuba, Rio de Janeiro, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza, Juiz de Fora e Vitória.

"Buscamos profissionais que tenham a cara do McDonald's, com muita energia, espírito de liderança, boa comunicação, autoconfiança e foco no cliente", ressalta o diretor de Recursos Humanos do McDonald's Brasil, Luis Bueno.

Para concorrer é necessário ter no mínimo um ano de experiência profissional em coordenação de equipe, formação superior completa preferencialmente em Administração de Empresas, Economia, Ciências Contábeis, Nutrição ou Marketing.

Serviço:

As inscrições podem ser feitas no portal www.mcdonalds.com.br no link "Trabalhe Conosco".

sábado, 25 de agosto de 2007

Franchising – Expandindo seus negócios.

Curso de Extensão em Formatação de Franchising

Em Outubro / 2007, estará sendo iniciado o primeiro curso de extensão voltado exclusivamente para o setor de FRANCHISING no estado do Ceará.
O curso pioneiro é uma iniciativa do Administrador de Empresas e Consultor de Negócios e Vendas, Francisco Gualber Calado Barros. Gualber Calado (foto) é Administrador de Empresas e pós-graduado em Marketing Estratégico pela FIC e estudioso do Franchising, tendo sido formado pelo Programa de Formação de Executivos de Franchising, promovido pela Franchising University - Grupo Cherto em São Paulo - SP (até então, o único curso formador de profissionais no mercado brasileiro).
Gualber Calado, foi consultor de negócios do DEC Idiomas e Franchising no Ceará durante cinco anos e Consultor de Expansão de Franquias do CNA no Nordeste em 2002, quando implantou e desenvolveu as seis unidades das franquias CNA de Fortaleza, entre outras formatações de franquias locais.

Calado, acredita que em breve, Faculdades e Universidades em todo o Brasil, irão desenvolver MBAs e Cursos de Pós-graduações em Franchising, tornando assim realidade um sonho de ver o Sistema de Franchising Brasileiro cada vez mais forte e gerando empregos em diversos segmentos. Vale a pena informar que segundo o Sebrae e a ABF, as empresas brasileiras possuem um grande potencial de franqueabilidade, dado a criatividade e o empreendedorismo dos empresários.
"O setor de Franchising no Brasil é carente de especialização superior de Administradores, Gestores e Dirigentes de franquias espalhadas por diversos segmentos comerciais, daí minha iniciativa de criar este curso de extensão voltado para administradores, gestores, empresários dirigentes que já possuem ou sonham em construir uma rede de negócios através do sistema de franchising.", conta Gualber.
O Curso de extensão Franchising – Expandindo seus negócios, será realizado pela FIC - Faculdade Integrada do Ceará e terá uma duração de 20 h/a.
Curso de Extensão: Franchising – Expandindo seus negócios.
Local: FIC - Faculdade Integrada do Ceará.
Público Alvo: Profissionais do setor, potenciais franqueadores, potenciais franqueados, estudantes e todos que têm como objetivo conhecer e aperfeiçoar os seus conhecimentos sobre o Sistema de Franquia (Franchising).
Objetivos:
  • Obter conceitos fundamentais sobre o Sistema de Franchising;
  • Entender o funcionamento de uma franchising;
  • Analisar o segmento de franchising no Brasil entendendo sua evolução e suas tendências;
  • Capacitar os participantes para o desenvolvimento de uma franchising como uma estratégia de crescimento de negócios.
Data: Outubro / 2007
Inscrições abertas (vagas limitadas)
Informações e Contatos de interessados devem ser dirigidos para Gualber Calado
Celular: (85) 8852-1889
Fax: (85) 3289-1838
Venha participar,
"...quem sabe faz a hora não espera acontecer!" (Geraldo Vandré)

MBA - FRANCHISING I

Qualificação para potenciais franqueadores e franqueados

De olho nas cifras do setor de franchising, que no ano De 2004, faturou R$ 31,6 bilhões, 9% acima do volume comercializado em 2003, instituições de ensino estão preparando programas específicos de pós-graduação.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) está criando o Curso de administração de franquias, com 60 horas.

Já a UniverCidade tenta reunir interessados para um MBA em franchising, com 360 horas. Apesar de esses cursos de pós-graduação ainda não terem sido lançados, potenciais franqueadores e franqueados encontram, nos programas de gestão do negócio, varejo, marketing e finanças, disciplinas que dão uma visão do mercado e ensinam a identificar eventuais entraves gerenciais ou operacionais.

A gerente de franquias da grife de moda infanto-juvenil Yep, Danielle Monteiro, conta que o MBA em varejo, que cursou na Universidade Veiga de Almeida (UVA), foi determinante para melhorar sua posição na empresa. Danielle, que já tinha feito faculdades de administração e de estilismo, era gerente de compras. Há um ano, quando estava fazendo o MBA, surgiram propostas de franqueados. Como os proprietários da rede precisavam de uma pessoa para gerenciar a relação da empresa e dos fornecedores com o franqueado, e zelar pela qualidade do produto e do atendimento na unidade franqueada, passei a cuidar disso, conta Danielle, acrescentando que, no curso, é desenvolvida uma profunda análise do perfil do franqueado, das necessidades de pontos de vendas diferenciados e é estudada a legislação do setor.

Outra opção que em breve chega ao Rio é o curso de Conhecimento avançado de franchising, da Associação Brasileira de Franchising (ABF). São nove módulos, entre eles, avaliação do potencial para virar franquia, plano de expansão, programa de treinamento e aspectos jurídicos. O último módulo é a realização de um case de elaboração de um plano para implantação de uma franqueadora.

Em SP, há formação para o setor É um curso de 72 horas, que já formou várias turmas em São Paulo e agora será oferecido em outras cidades. No segundo semestre de 2005, começaremos uma turma em Recife e, em 2006, abriremos turma no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Também estamos estudando propostas para ministrá-lo in company (direcionado para uma empresa especificamente) informa o diretor de cursos e eventos da entidade, João Baptista Junior.

Em parceria com a Azov Educação em Varejo, a UniverCidade formatou o MBA em franchising, que poderá começar em setembro o que depende de a escola conseguir quórum para formar a turma. Segundo o coordenador do curso, Luiz Antonio Secco, o objetivo é elucidar conceitos e apresentar ferramentas práticas relativas ao setor:

O programa inclui técnicas de varejo para franquias, localização e negociação do ponto, planejamento de vendas, compras e estoques, marketing, direito, relação franqueado versus franqueador, além de palestras sobre cases de sucesso de redes de franquias.

Planejado pelo coordenador acadêmico do MBA em marketing, Luiz Carlos Sá, e por uma das professoras da disciplina marketing de varejo, Eliane Bernardino (da rede Mister Pizza e foi presidente da ABF), o Curso de administração de franquias da FGV deverá entrar no mercado em breve.

Segundo Sá, a escola percebeu o interesse de muitos alunos do MBA em marketing, pois, na disciplina marketing de varejo, os professores abordam o tema franquia, em que é apresentado o passo-a-passo para o empresário se tornar um franqueador.

Muitos alunos têm um pequeno negócio, mas não tem capital expandi-lo e, por meio de uma franquia, criam uma oportunidade de expansão mais rápida diz Sá, lembrando que outros franqueadores, como Daniel Plá, da rede de lojas de fotografia De Plá, fazem parte do corpo docente do curso.

[O Globo em 21/06/2005]

Big Mac faz 40 anos e vira estátua de 4 metros

Jim Delligatti pilota carrinho com a estátua do Big Mac (Foto: Henny Ray Abrams/AP)

Jim Delligatti levou dois anos para convencer o McDonald's de que o Big Mac era uma boa idéia, e 40 anos depois se orgulha de ter inventado um dos lanches mais consumidos do mundo, que agora ganha seu próprio museu, em North Huntingdon, perto de Pittsburgh, na Pensilvânia.
No museu, foi colocada a "maior estátua do Big Mac do mundo", de quatro metros de altura por três metros e meio de largura.

Em 1967, como franqueado do McDonald's, Delligatti foi autorizado pela marca a colocar dois hambúrgueres num só sanduíche. Um ano depois, o McDonald's passava a incluir a invenção no cardápio de toda a rede.
"Eu achava que precisávamos de um sanduíche grande", disse Delligatti, de 89 anos.
"Mas você não podia fazer nada se eles não lhe dessem permissão."
Para delírio de Delligatti, o produto foi "um sucesso imediato", lembra ele, acrescentando que a receita praticamente não mudou desde que o primeiro Big Mac foi vendido, em Uniontown, na Pensilvânia.
"No primeiro dia usamos só o pão comum, não tínhamos a fatia central. Daquele jeito, ficava muito melecado. No dia seguinte, colocamos a fatia central, e hoje em dia parece igual", contou.

Em 1967, o primeiro Big Mac custava apenas US$ 0,45, e a rede tinha apenas mil lojas. Hoje em dia, o sanduíche sai por US$ 2,69 nas 18 franquias McDonald's da família Delligatti no oeste da Pensilvânia, e a maior rede mundial de fast-food tem mais de 31 mil lojas no planeta.
Nesse intervalo de tempo, o Big Mac se tornou quase tão presente quanto o próprio "M" dourado da rede. O lanche é tão difundido que chega a se prestar como indicador cambial, no "índice Big Mac", publicado anualmente pela revista The Economist, que usa o sanduíche para aferir o valor real das moedas frente ao dólar.

Sanduíche não é o preferido
Mas, afinal de contas, Delligatti acha que não recebeu muito do McDonald's por ter criado o Big Mac.
"Tudo o que eu recebi pelo Big Mac foi uma placa," disse ele, acrescentando que na verdade o Big Mac sequer é seu item preferido do cardápio do McDonald's.
Nessa semana, no entanto, o papel que ele desempenhou na criação do Big Mac será comemorada na inauguração do Museu do Big Mac, que ficará dentro do restaurante McDonald's, de propriedade da família Delligatti, em North Huntington, Pensilvânia.
Além de mostrar pacotes antigos do Big Mac e outros souvernirs do sanduíche, a loja também terá um busto de bronze do criador do lanche.
Delligatti ainda participa do empreendimento que começou em 1956 após conhecer o McDonald's durante uma viagem para uma feira da National Restaurant Association em Chicago.
No mês que vem ele comemorará seu 50º ano como franqueado do McDonald's. O octagenário empresário ainda visita seu escritório todos os dias e seu filho Mike, que também participa dos empreendimentos da família, diz que Delligatti ainda é o chefe.
"Simplesmente gosto de estar envolvido e fazendo algo", disse o chefe do clã. "Estou com 89 anos e me sentiria péssimo se, de repente, não pudesse mais fazer isso."

Símbolo americano
O Big Mac virou símbolo da cultura popular americana, apesar de ser também sinônimo da má alimentação.
Embora os irmãos McDonald's tenham inaugurado a primeira lanchonete da rede nos anos 40, na Califórnia (oeste), o sanduíche duplo foi "inventado" por uma das primeiras franquias da marca em agosto de 1967.
"Há 40 anos nunca teria pensado que minha invenção faria parte da herança cultural americana", afirmou Delligatti.

Rede
Atualmente, o McDonald's, com 30 mil lojas espalhadas pelo mundo, vende mais de 550 milhões de Big Mac a cada ano somente no mercado americano. Depois dos americanos, são os japoneses os maiores fãs do hambúrguer duplo.
Presente em cerca de 100 países em todo o mundo, o famoso sanduíche virou até índice econômico: a revista "The Economist" criou o índice Big Mac, que compara o poder de compra de uma moeda em relação ao dólar.
O preço em dólares de um Big Mac na China é de US$ 1,45 (cerca de R$ 2,90), contra US$ 4,01 (R$ 8) na Grã-Bretanha, e US$ 4,17 (R$ 8,40 aproximadamente) em demais países europeus, segundo a edição de julho da revista. Na Islândia, é onde o Big Mac custa mais caro: US$ 7,61 (cerca de R$ 15,2). No Brasil custa R$ 6,90 (cerca de US$ 3,45).


A estátua de quatro metros de altura do Big Mac (Foto: Henny Ray Abrams/AP)